segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Eis que sábado, depois de levar Shitara pra ser castrada, cheguei em casa com uma vontade Amélia de ser e decidi colocar meus dotes culinários em prática. Para alegria de Chu e Will, resolvi fazer arroz, lentilha e panquecas de palmito + tomate + restos da semana passada (leia-se: milho refogado), antes que seu fim fosse o lixo.
Bati a massa da panqueca. Enquanto ela "descansava", escolhi a lentilha e coloquei pra cozinhar. Fritei as panquecas. Refoguei o recheio, recheei as panquecas e as coloquei na travessa de vidro. Lavei o arroz, coloquei pra cozinhar e, em menos de 2 horas, tínhamos um almoço gostosinho.
(Olha... eu nem faço uma variedade enorme de comidinhas gostosas, mas o que eu faço sempre fica muito bom. Orgulho não. Sinceridade pura!)
Aproveitei também que minha vida anda muito boa, sem nada de dor, e meti o dedão do pé direito numa cadeira, aí minha unha quebrou na carne e agora tenho que viver com um band-aid no dedo pra unha não descolar de vez e eu ter que faltar ao trabalho por uma semana até que meu dedo se recupere do trauma.
Almoçamos e, como eu ainda tinha que fazer o cartão de aniversário que Will daria a sua namorada, já avisei que a louça era responsabilidade dos rapazes. Mas como esse tipo de informação não é processada pelo cérebro masculino, a louça ficou, ficou e... domingo a tarde ela tava lá, com mais louça ainda. Aí eu, que sou uma Amélia de primeira, fui lá dar um jeito na bagunça.
Eis que a pia estava entupindo e eu resolvi dar uma forcinha pra mandar o que atrapalhava pra dentro. Com minha mão pressionei o ralo e... lá se foi a pia junto! (Detalhe: o cara que consertou a pia da última vez que eu a coloquei no chão, fez um péssimo serviço e ela estava sem massa em uma das laterais.) Só vi um mar de milhos, arroz e água suja invadindo o armário e saindo cozinha afora, além da madeira do armário rachando ao meio e uma travessa de vidro se quebrando.
Nesse momento quis ter poderes estilo Efeito Borboleta pra poder voltar no exato momento em que decidi dar uma ajuda pro ralo e, em um segundo, mudar de ideia. Mas não... eu não tenho esses poderes e o jeito foi sair catando tudo que é pano pra controlar a situação.
Pra completar, Chu começou a dar altos conselhos que não serviriam de nada do tipo: Se você não tivesse feito assim... se você tivesse feito daquele jeito... Pra quê! Aí fiquei mais nervosa ainda. E eu pedindo pra ele ficar quieto, aí que ele falava mais, e eu pensando: nem casei, mas isso é digno de um divórcio. Finalmente o convenci a ir ver o jogo do Corinthians e lá fiquei eu com aquela cozinha suja toda pra mim.
Desocupei a lavanderia, arrumei as louças sujas e as que tinham sido atingidas pela enchente (sujas também né) no tanque e lá fui eu dar continuidade a essa vida de Amélia. Lavei a cozinha e a lavanderia, lavei as louças no tanque mesmo e, depois de 1 hora de muito trabalho, tudo reluzia.
Ainda não consegui organizar todas as coisas da cozinha, mas pelo menos falei com o pedreiro que não arrumou minha pia e domingo ele estará aqui pra dar um jeito na coisa. Enquanto isso, ainda temos um tanque.
Apreciem o resultado do desastre.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Olha o golpe!

Eu nem queria expor este assunto aqui no blog, mas a coisa tá me incomodando de um jeito que eu preciso desabafar.
Uma conhecida minha, e amiga da minha irmã, mora nos Estados Unidos. Bom pra ela. De vez em quando ela aparece por essas bandas e sempre traz milhares de coisas para vender. E eu, sempre compro. Geralmente fico com itens de maquiagem ou coisas da Victoria´s Secret.
Eis que no fim do ano passado a moça veio ao Brasil pra casar e lá fui eu ver o que ela tinha trazido. Como já estava bem perto do Natal e meus pais estavam por aqui, achei interessante uns relógios liiindos que ela havia trazido e acabei comprando pro Chu, pra minha mãe e pro meu pai.
Ela e o noivo contaram que estavam no aeroporto e um homem os abordou alegando que não conseguiria passar na alfândega com aqueles muitos relógios ITALIANOS e que se eles dessem qualquer valor, poderiam levar os relógios. Eu, que sou muito burra ingênua, nem me dei conta que isso era um golpe e, assim como o casal, acabei caindo e levei os relógios.
Maldita hora, LI-TE-RAL-MEN-TE! As porcarias são mais falsas (e mais caras) que os relógios de nossa tão querida 25 de março.
Como eu não gosto de passar por idiota, contactei a pessoa e expliquei a situação. Mas como a moça estava no quinto dos infernos viajando, avisou que resolveria isso depois do ano novo, quando voltasse de viagem. Ano novo chegou, e nada dela me dizer alguma coisa. Mandei mais uma mensagem e ela estava em outro lugar e só voltaria às vésperas do casamento. Nem tocou no assunto de resolver o problema.
Eu, cansada de tentar resolver a coisa na conversa, avisei que mandaria os relógios e que, quando ela decidisse o que fazer, que me avisasse. E foi isso que eu fiz. Mandei por uma amiga que esteve no casamento da moça.
Hoje descobri que os relógios estão com meu cunhado e pedirei educadamente que ele entregue à distinta senhora antes que ela volte aos EUA pra ver se ela resolve tomar uma atitude, porque eu odeio gente que não diz nem SIM nem NÃO. Se ela já tinha a intenção de não devolver o dinheiro - que é o que tá parecendo - que ao menos tivesse coragem de falar: Olha, que pena mas eu não vou devolver seu dinheiro, quem mandou ser idiota que nem eu, blá blá.
E se ela decidir por não devolver o dinheiro, agora ela terá os relógios de volta e poderá passar a perna em mais um otário.
Pronto, falei.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

As vacas voltaram!!!

Pode parecer um pouco insano, mas bovinos são meus animais preferidos ever! Talvez um dia, quando eu resolver encarar uma terapia, eu descubra a origem dessa loucura e venho aqui compartilhar com vocês.
"Numa determinada época de minha vida eu assinava jornal e aguardava ansiosamente pela terça-feira, dia no qual vinha o caderno rural de onde recortei váááááááárias imagens dos referidos animais, imagens estas que estão guardadas em uma pasta. Já gastei algumas horas, quando tinha TV a cabo, assistindo ao canal rural. Não gosto de bichinhos de pelúcia. Me desfiz de todos, ficando apenas com as vaquinhas."
Em 2005, com a vinda da CowParade para SP, percebi que não sou a única louca - fora de terras indianas - por vacas. Pena que na época não vi tantas vaquinhas e sequer registrei as poucas que vi, já que eu não tinha Sony Cibershot vinda diretamente de terras paraguais.
Para alegria geral de minha pessoa, no último dia 22 voltou a terras paulistanas e dessa vez quero ver de perto o maior número possível de vacas.
Pra quem gostou, acesse o site da CowParade onde você encontra endereços e mapas de todas as vacas.
(Com essa chuva, vou é comprar um bote pra poder visitar as vaquinhas.)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Sabesp - A vida tratada com (des)respeito

Olha... não sei exatamente que que tá pegando com essa falta de fornecimento de água. Só sei que liguei na Sabesp na quarta-feira e ME GARANTIRAM que o fornecimento de água seria regularizado entre aquela noite e a noite de quinta.
Até aí tudo certo já que hoje de manhã abri a torneira do quintal e lá estava ela - líquida, inodora, incolor (insípida não sei porque eu não bebo água da torneira só em momentos de desespero) -, a ÁGUA! Pensei: que alegria! Hoje à tarde, quando eu chegar do trabalho, lavarei todas aquelas roupas que não estou usando porque estão sujas, darei aos gatinhos a alegria de um ambiente menos insalubre pra viver já que o quintalzinho deles já deveria ter sido lavado há 3 dias, lavarei a pouca louça da pia, já que passamos a comer só coisas q dependessem unicamente de uma faca desde o fatídico anúncio da falta de água e poderei voltar a tomar banho, dar descarga, escovar os dentes... coisas que só gente limpinha faz! Mentira porque FELIZMENTE a água de casa nem chegou a acabar porque moramos Will e eu e temos 2 caixas d´água só pra gente, morram de inveja!
Mas enfim... vim alegre e saltitante pela estrada afora pensando em todas as coisas maravilhosas que faria (leia-se: limpeza pesada) com a volta da água as cofres de casa.
Chego em casa e já vou direto no relógio da água. Nada gira, nada se move. Ué. Abro a torneira e vem a voz do gênio do Habib´s e diz: Se ferrou!
Cadê a água que estava aqui? O boi bebeu? Cadê o boi? Está moendo trigo?
Aí, nessas horas me lembro do slogan da "Sabesp - A vida tratada com respeito" e me pergunto se eles vão me mandar um caminhão-pipa de presente e um funcionário pra me ajudar a limpar tudo que não limpei nessa semana. Porque né... pra quem anda tratando a vida de milhares de moradores com todo esse respeito, só pode.
Liguei naquele 195 e a moça, a Kety (é, esse é o nome dela. Só não sei se essa é a grafia. Pra ter esse nome, deve ser maomeno assim: Ketthy... ou Queti... ou o pai sem noção foi lá e deu o nome de Raquete de Tênis da Silva Sauro e a menina tem vergonha do nome. Putz, viajei!) me disse que até a próxima madrugada a água volta.
Será? Será? Será?
Lavo? Não lavo? Lavo? Não lavo?
Vou lavar. A casa dos gatos, pelo menos. Porque não dá mais.
E se faltar água, tomo banho na soda.


Imagem roubada de: http://www.educared.net/

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Onde Vivem os Monstros

Antes de começar esse post "de verdade", informo que o exame de senhor meu pai não acusou nada de ruim, mas como ele continua passando mal, soluçando sem parar, ele realizará novos exames.
Continuem orando, please!



Eis que ontem Chu me convida pra ver um filme e esse aí foi o escolhido. Pegamos a sessão das 22h, com direito a pipoquinha e suco.
O filme fala sobre um menino, Max, que briga com a mãe, foge de casa e acaba descobrindo "Onde Vivem os Monstros", onde se refugia. Convivendo com os monstros e seus diversos temperamentos, ele acaba refletindo sobre suas atitudes em relação à mãe (na verdade os monstros são ele mesmo, sua cabeça, pronto falei!) e... ah! vai ver o filme e você descobre o que acontece.
Tá... o Max é fofo, os monstros são fofos, a história é fofa, masssss... se você tem horário certo pro seu sono de beleza, assim como eu, não invente de assistir nesse momento. Meeeeuuuuuu! As cores, as vozes nada assustadoras dos monstros, as musiquinhas... tudo conspira pra que você durma! Eu tirei uns cochilos durante o filme, mas a moça que estava do lado do Chu até roncava! O filme está longe de ser ruim, mas não é no estilo "História sem Fim", que pelo menos a mim não fazia dormir.
O mais engraçado foi um cara, que nmo fim do filme falou, em alto e bom som: Ah! Vai se fpiiiiiiiiii!
É... o final podia ser um pouco mais elaborado, mas quem sou eu pra mexer na obra de um cara que passou 5 anos trabalhando nessa história né? E outra, filmes baseados em livros geralmente cortam 500 coisas importantes.
Assistam. É bonitinho.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Esse homem...

... (que também atende por pai - meu, do Will e da Nay - e chupa pirulito com essa língua séquici) anda me deixando muito preocupada.
Por favor orem por ele, por sua saúde e por mim também, que odeio o Google com seus diagnósticos.
E quando é pai da gente, alguém que a gente ama mais que tudo, aí a tendência é ficar imaginando todas as coisas ruins justamente porque a gente não quer que aconteça. E isso está tirando meu sono justamente neste momento, o que é mais perturbador ainda.
Enfim... meu progenitor ( o cabelo não nega!) está internado e passará por alguns exames esta semana. Que mais uma vez Deus esteja com ele e com nossa família, e que me ajude a não voltar a roer as unhas de tanto nervosismo!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

E ainda diz que me ama

(Fala se não era seu sonho ter um porta-chave desse e um chaveiro de elástico de cabelo, coisa mais linda!!!)
No Dia dos Namorados, Chu teve seu momento declaração de amor nada convencional. Não bastassem suas belas palavras, dia desses ele ainda teve que complementar seu pensamento.
Estávamos no mesmo shopping da popozuda do Dia dos Namorados quando me deparo com uma outra bunda que muito bem podia ser dividida com mais umas 5 mulheres.
K: - Nossa, Chu! Quanta bunda!!! Pena que ela é feia.
Chu: - Onde? Onde? (huuummmmm... tá querendo ver a popozuda!!!)
K: - Ali ó.
Chu: - É. Quando a mulher é feia, passa na fila da bunda duas vezes, pra compensar.
K: - Então eu sou mais ou menos. Porque eu sou mais ou menos bonita e nem tenho tanta bunda...
Chu: - Que é isso, Chu (eu também sou Chu). Você é linda!
Aí eu me empolguei...
K: - É... eu sou linda! Eu sou MA-RA-VI-LHO-SA!
Chu: - Não. Você é linda. Maravilhosa não.
K: - Mas por que eu não sou maravilhosa? :(
Chu: - Porque pra ser maravilhosa tem que ser linda e ser popozuda.

E quando a gente pensa que já ouviu todas as declarações de amor bizarras, vem namorado e surpreende mais uma vez. E ainda diz que me ama. Tenho medo.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Lerê lerê

Falei que no fim do ano passado a família toda estava em casa por causa da formatura/noivado da minha irmã e que minha casa foi invadida por 1.329 pessoas (tá, foi beeeeeemmmmm menos, mas a impressão que eu tinha era exatamente esta) e que no fim de tudo restaram eu, eu mesma e os animais.
Dia 25/12 me mandei pra Campo Grande, pra passar o ano novo com a família e não consegui terminar a arrumação da casa, que ficou uma belezinha depois do furacão Família.
Voltei de viagem na última segunda-feira e, para minha alegria, pelo menos o Chu tinha lavado a louça e a pessoa que cuidou dos bichos tinha secado e guardado. (TKS!) O banheiro eu já tinha deixado limpo, mas acho que uma pomba gira descobriu pra que serve um banheiro. Ela só não sabia que o porta-sabonete e o chão não eram o lugar ideal pro serviço.
Pra completar, a Nay se foi pra Campo Grande para nunca mais voltar e agora quem tem que limpar a casa toda? Isso mesmo. Além disso, estou em fase de arrumação do quarto pós Nay. Mudando minhas coisas de guarda-roupa, arrumando a sapateira (que era quase toda da Nay, porque ela é uma centopéia), enfim, me apossando de todos os espaços que eram dela.
Na terça, como eu estava em depressão profunda visto que tive que voltar ao trabalho e não podia mais passar as tardes jogando Colheita Feliz (huAHSUahsuASHUashuAS) ou na piscina, não fiz absolutamente nada em casa. Só alimentei os bichanos porque eles são muito chorões!
Mas como meu cabelo estava meio estranho por causa das idas às piscina, resolvi fazer uma hidratação pra ver se dava um jeito.
Ontem, irritada com a sujeira do banheiro, da área dos gatos, bagunça no quarto, cheguei em casa no maior pique. Lavei a lavanderia, área dos gatos, banheiro e comecei com a arrumação no quarto. Dobrei todas as roupas que estavam em cima da cama da Nay (atual depósito) desde antes de eu viajar, organizei as tralhas que comprei no Paraguai (desodorantes, mousses, cremes para cabelo, maquiagens), tudo coisa mais arrumadinha dentro de cestinhas plásticas. Estou até orgulhosa de mim! Coloquei roupa pra lavar, troquei os lençóis, arrumei as coisas dos banheiro, também em cestinhas e tô me achando A dona de casa.
Só não consegui desfazer a mala - mesmo sendo a menor de todos os tempos! - porque bateu uma preguiça e tive que deixá-la no depósito (leia-se: cama da Nay), onde ficará até que eu use todas as roupas que lá estão.
Também não consegui colocar ordem nos gaveteiros - os meus e os que herdei da Nay - mas pelo menos, antes de viajar, eu os deixei limpos e joguei tudo que era porcaria fora.
Hoje, como boa escrava dona de casa que sou, tenho que limpar toda a cozinha, aspirar e organizar a sala e aspirar o quarto.
Meeeeeeeuuuuuu... a cozinha é um caso à parte. Antes do furacão Família, as coisas da cozinha até que se mantinham bem organizadas. Depois do furacão, o armário de louças e potes plásticos está até me dando medo! E a bancada onde ficam temperos e coisas mais usadas no dia-a-dia? Sem comentários. O afiador de facas sumiu. Torçam por mim. Hoje tenho que dar um jeito naquilo.
Pessoas, é isso. Se alguém estiver a fim de fazer uma boa ação, apareça lá em casa hoje, lá pelas 18h.



Foto: http://cpantiguidade.wordpress.com/

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Em 2010

Ano que se foi, ano que começou e nada de post nesse blog miserável. Então, já que 2010 tá aí, vamos às resoluções de ano novo. Acho que escrever mais no blog já é um bom começo, né? (Ou não...).
"Só pra constar, eu nem acredito nesse negócio de resoluções de ano novo. Pra mim, qualquer momento é ótimo pra tomar uma decisão. Também não acredito em regime que começa na segunda. Sem contar que todas as maravilhosas super decisões que tomei na vida só funcionaram porque eu decidi e comecei a fazer na mesma hora. Decidi parar de comer carne quando cheguei em casa pra almoçar e tinha carne de panela. Olhei para aqueles restos mortais e falei: 'Nunca mais comerei a você, vaquinha, nem a outros seres viventes (com sistema nervoso, já que todo carnívoro retardado adora falar que as plantinhas são vivas e blá blá blá, se mata!). Deixarei você e seus amigos viverem em paz!' E daquele dia em diante só voltei a comer carne bem sem querer por causa da coxinha que se disfarçou de bolinha de queijo numa festa infantil, por causa de uma empadinha de frango que o garçom garantiu que era de ricota, entre outros. Mas mesmo assim, tomei algumas decisões, não necessariamente por causa do ano novo, então lá vou eu compartilhar com vocês. Sorriam!"
  • Economizar! Gente, eu preciso aprender a guardar dinheiro e, com a ajuda psicológica de namorado, tomei esta decisão e todo santo mês guardarei um dinheirinho.
  • Emagrecer! 9 kg, pelo menos. Meu joelho sofre com meus quilos a mais, minhas roupas sofrem, os espelhos sofrem, os chocolates sofrem (por serem comidos, errrrr), enfim, preciso parar de fazer as coisas sofrerem! (Nem adianta pedir que não vou falar quanto peso.)
  • Manter minhas coisas arrumadas menos bagunçadas! Sem comentários pro meu guarda-roupa, pras minhas tralhas de scrapbook, pros meus gaveteiros, pros meus livros espalhados por toda a casa (pelo menos tem uns vários guardadinhos numa caixa...).
  • Voltar a fazer cartões de scrap! Em 2009 eu abandonei o scrapbook. Se fiz 3 cartões, foi com muito esforço e sem criatividade. E pra começar, hoje já chegou uma encomenda de cartão. Isso é um sinal...
  • Ganhar $$$ extra com alguma atividade não relacionada ao meu trabalho! Podem ser os cartões, podem ser brigadeiros de colher (falei que uma pessoa me viu com uma caixa de brigadeiros, encomenda de uma professora daqui, e perguntou se eu vendia? Pediu meu telefone e tudo, pra encomendar pra festas...), pode ser qualquer coisa que não me canse mentalmente, mas quero fazer algo que dê $$$ e que não queime neurônios.
  • Cuidar do meu cabelo de verdade! Todo mundo já sabe que encontrei os produtos perfeitos pra essa juba que Deus (e a genética) me deu e por isso quero que 2010 seja o ano do meu cabelo. Além disso, estou na saga de deixar o cabelo crescer e não está sendo fácil manter a cabeleira desse jeito, ainda mais nesse calor! Mas serei forte e até Taís Araújo há de me ligar pra pedir dicas pro cabelo dela. (Ahannnnn...)

Bom... por enquanto é isso!

Ahhhhhhhhhhh... fui ao Paraguai beber água e não achei e comprei uma câmera nova já que o conserto da minha falecida ficaria em R$180! Sendo assim, em 2010 volto com posts com fotinhas minhas, dos animais, das plantinhas, do meu Chu.

E por falar em Paraguai, eu devia é virar muambeira. Comprei um rímel lá por 15 dólarezinhos e aqui no Brasil (O PAÍS DOS IMPOSTOS! by JovemPan AM) o negócio não sai pro menos de R$ 60.

Mas depois eu falo da minha viagem.

Adeus

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Até nas pequenas coisas

Às vezes fico impressionada com a preocupação que Deus tem comigo. Não que isso não seja de Sua natureza, pois eu tenho certeza de que é, mas geralmente Deus é visto nos grandes milagres, e eu consigo vê-Lo nas minhas menores necessidades.
Chu levou seu edredon lá pra casa, pra que eu o lavasse. Mas como eu tô sem família e os gatos/cachorros são incapazes de recolher roupa do varal, esperei o tempo estabilizar, já que todo santo dia chovia no meio da tarde, pra poder fazer o serviço e deixar o edredon secando no varal, que é melhor que a secadora.
Ontem cheguei em casa, coloquei o edredon na máquina e fiz todo um ritual: deixa de molho, coloca pra lavar e hoje deixei no varal, com um sol lindo e com previsão de nada de chuva.
Eis que agora há pouco o tempo começou a fechar e começou uma leve garoinha. Virei pra chefa e falei: Faz uma oração aí e pede pra Deus segurar essa chuva até 18h e pouquinho, pra dar tempo de eu chegar em casa.
O que aconteceu? Em menos de 30 segundos nada de garoa e o tempo abriu novamente.
Tem como não amar Alguém que, tendo que atender tantas outras necessidades maiores, gastou tempo ouvindo e atendendo o meu pedido?



Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? Mateus 6:26

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SoSuechtig, Burajiru
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