segunda-feira, 28 de junho de 2010

Pra onde vão as boas idéias?

Imagem daqui.

Costumo ter boas idéias enquanto caminho ou tomo banho. São os dois momentos do dia nos quais meus pensamentos mais loucos aparecem e também aqueles nos quais consigo resolver todos os problemas.
Quando estou muito nervosa, ou precisando pensar, pensar e pensar, evito meios de transporte e caminho, até que tudo já esteja resolvido - pelo menos dentro da minha cabeça.
Só que ultimamente um outro momento pensante tem sido constante em minha vida: na cama, quando deito para dormir. Aliás, este tem sido o melhor momento pra eu arquitetar palavras que virão para o blog, organizando assim os melhores posts do mundo, que me fazem rir só de pensar em como os escreverei.
Quer dizer... escreveria! Mas por que escreveria? É que, com a super preguiça que me dá de levantar, acender a luz e anotar meus pensamentos, simplesmente me convenço de que no outro dia COM CERTEZA me lembrarei de tudo já que se trata de algo super genial. Mas no outro dia... CADÊ A IDÉIA MAGNÍFICA QUE ESTAVA ALI, BEM EM CIMA DO MEU TRAVESSEIRO? Sumiu...
Aí fico lá, sentada na cama, tentando refazer meus pensamentos, mas eles não voltam, e não voltam, e não voltam. E eu peço pra eles voltarem, mas NADA! E eu me esforço,mas não consigo sequer lembrar sobre o que eu escreveria.
Se algupem achar uma idéia suimpa por aí, por favor me devolva, porque com certeza é minha.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Esperem sentadas, vizinhas!

Chego ontem em casa, na hora do almoço, e as vizinhas donas de casa estavam na rua com pincéis, latas de tinta verde, amarela, azul e branca. Mentira porque acho que só tinha branca e elas misturavam as outras bisnagas, sei lá! Educada, cumprimentei, já indo em direção ao portão.
Eis que uma das vizinhas se anima com minha chegada e fala:
- Ô vizinha, vamos pintar a rua?
Não... na boa: se você é dona de casa, passa o dia todo dentro de casa e acabou-se a roupa suja, não vem fazer essa proposta pra mim. A não ser que a vizinhança desocupada queira me ajudar no trabalho por um dia, aí quem sabe eu não consigo sair mais cedo do trabalho, pra ajudar nessa árdua tarefa de pintar bandeira do Brasil no meio da rua, pra garotada jogar bola em cima. Se não for essa a intenção, então me esqueça, vizinha.
Morro de inveja de donas de casa e tals. Adoraria ter dinheiro na conta e poder ficar em casa, lavando, passando, cozinhando e limpando a caixinha do coco dos gatos. Mas enquanto isso não acontece e eu trabalho e ainda tenho que lavar, passar, cozinhar e limpar a caixa de coco dos gatos, não me venha com convites pra trabalho extra.
Mãe, não se preocupe porque não foi isso que eu falei pra vizinha. Afinal de contas, sou um poço de educação.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Me achando!

Sempre quis colocar esses contadores no blog, pra saber quantas "gentes" aparecem por aqui, de onde são, em qual horário o povo mais acessa... Só que eu sou negação pra esse tipo de coisa. Até tentei, há um bom tempo atrás, fazer isso e não dava certo, não dava certo, e eu desisti.
Aí esses tempos me deu a louca novamente e eu encontrei esse tal de trendcounter e resolvi arriscar. E não é que deu certo? Como eu nem estava botando muita fé, só fui clicar no ícone do trendcounter há uns dias atrás, e fiquei IMPRESSIONADA com o tanto de gente sem nada melhor pra fazer que acaba parando aqui.
(Eu sei que existem milhares e milhares de blogs que recebem milhares e milhares de visitas por dia, mas pra mim, que só queria um diário virtual sem pretensão alguma de ficar famosa com isso, 60 visitas num dia são UAU!)
Legal mesmo é saber que O Brasil e mais 27 países já passaram por aqui. Um oi especial pra quem vem de Portugal, que consta em 2º lugar no ranking de países.Agora só me falta uma ferramente que me mostre COMO É QUE ESSE POVO VEM PARAR AQUI! Porque eu tenho dó dessas pessoas desavisadas que acabam tendo que dar audiência pra esse blog miserável. Afinal, só minha mãe, Nay, Josi, Yla, NÃO TE INTERESSA, Chu, Will e Edu tem a OBRIGAÇÃO de passar por aqui, pelo menos de vez em quando. Os demais, passam aqui só por misericórdia mesmo.
Sendo assim, minha gratidão a quem sempre aparece aqui e àqueles que aparecem "sem querer querendo". Obrigada também aos protagonistas das melhores histórias que aparecem aqui. Sem vocês, essa minha vida não teria a menor graça.


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Tem coisas nessa vida que eu odeio, mas odeio muito, com toda a força do meu pensamento. Gente que fica na porta do ônibus, não desce nunca e fica atrapalhando quem vai descer, vuvuzelas e qualquer outro instrumento barulhento, gente andando na diagonal (bêbada!) na calçada, entre outras.
Mas uma das coisas que mais me irrita e faz com que palavrões deem pulos dentro de minha cabeça e queiram sair pela minha boca é quando algum ser humano resolve querer ser dono da razão m e s m o q u e não tenha razão. Isso me enlouquece! Porque eu fico lá, que nem uma idiota, apresentando todos os argumentos óbvios pra que a verdade verdadeira seja a minha verdade, mas não, a pessoa do outro lado bate o pé e quer que a verdade verdadeira seja a dela.
Eu sei que eu tenho uma imensa dificuldade em dar o braço a torcer, ceder, essas coisas de gente adulta amadurecida. Mas é que existem situações nas quais NÃO TE COMO a minha verdade não ser a verdadeira. Fico me sentindo a burra quando falo algo e a pessoa nem se importa.
Como já percebi que essa é uma constante nessa minha vida, acho bem legal quando eu falo alguma coisa, falo pra pessoa não fazer que ela vai se ferrar, ela faz e se ferra. Só não dou risada na cara da pessoa porque eu tenho certeza de que ela já está se sentindo mal o suficiente, mas isso EU ACHO LEGAL!
Outra coisa boa é quando eu tô lá argumentando - no melhor estilo advogada do Diabo - e a pessoa promotora do Diabo fica lá dizendo que não é assim, aí encosta outra pessoa na conversa e acaba falando E-XA-TA-MEN-TE a mesma coisa que eu estava dizendo. Melhor ainda é quando a pessoa promotora do Diabo dá mais crédito pra outra pressoa que entrou na conversa e aí não tem jeito, ela fica com aquela cara de pensativa, pensando (claro né! pessoa pensativa pensa) que eu posso estar certa.
Só pra resumir: não tente discutir comigo porque EU SEMPRE ESTOU CERTA. Essa é a verdade.

domingo, 20 de junho de 2010

Chu e a vaca


Ela olhou pra ele...



... e sorriu !



Safadinhaaaa!!!


NHAM NHAMMMMM!!!



P.S.: Era um touro, mas pega mal eu dizer que um touro se apaixonou pelo Chu.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Pode rir que eu nem ligo! (Eu mesma ri muuuiiiitoooo!)

Eu ia escrever sobre esse acontecimento, mas depois do vídeo, nem preciso. Me mata.

Acho que vou colocar a culpa no braço torto que você pode conferir lindamente no vídeo.

Não consigo parar de rir depois de ver isso. Mando muito bem no piano! Uhuuuuuuu! Richard Clayderman, tremei!

Só os bons pagam mico e ainda são aplaudidos.

domingo, 13 de junho de 2010

Dia dos Namorados (quase) Macabro

Dias dos Namorados é aquele dia mitificado, comemorado todo 12 de junho aqui no Brasil, no qual todos os casais tem a obrigação de parecer "felizes para sempre", trocar presentes, sair pra jantar e coisa e tal. (Chu e eu estamos felizes, obrigada.)
Tá que eu e Chu comemoramos esse dia, mas sem aquela "glamourização" toda que a mídia cria. Raramente planejamos o que faremos e sempre enfrentamos filas em restaurantes, e dessa vez não poderia ser diferente.
Ontem decidimos comemorar fazendo um jantar à luz de vela: Eu, Chu e Will - a vela. Por que né, esse deve ser um dia bem chatinho pros solteiros, o povo fica perguntando e insistindo na ideia de que todo mundo tem que estar namorando, e essa não é bem a verdade. A Josi teria ido conosco também, não fosse o fato dela ter sido "obrigada" a ir a um tal jantar dos namorados. O mistério fica na parte que ela, oficialmente, não tem namorado. Mas depois dessa brecha, tô aqui imaginando que ela tá com medinho de perder o namorado caso este seja apresentado à sua família.

Chu muito feliz!, eu e a Vela

Optamos pela Galeria dos Pães já que no frio horroroso que fazia, sopa ia muito bem. Chegando lá mas que vergonha, só tinha maconha a fila estava tão imensa que nos mandamos. E pra onde ir? Pizzaria Famiglia Mancini. O mais legal é que, o tempo que levamos pra atravessar a Augusta e chegar à Avanhadava, certamente seria o tempo que levaríamos pra chegar ao mezanino da Galeria e tomar a sopinha. Melhor foi chegar lá e descobrir que todas as pessoas tiveram a mesma sábia ideia, ou seja: a Avanhadava estava tomada por casais mortos de fome. Meia volta volver. E o que fazer? Ir pra casa e pedir uma pizza? Vendo que nossa jantar romântico não ia rolar mesmo, paramos no Pedaço da Pizza mesmo e, com menos de 10 dinheirinhos tive minha parte no jantar.
Já de volta ao lar, o Chu recebeu a parte 2 do seu presente, um liiiinnnndo mini bolo, massa de pão de ló, recheio de uma meleca de leite condensado + leite + gema de ovo (tudo levado ao fogo), suspiro picado e morangos, coberto com delicioso chocolate Nestlé com chantilly. Era esse meu projeto secreto do quel falei aqui.
Bolinho feito com Sazon amor fica gostoso! (Pelo menos foi o que Chu falou...)




Quanto aos presentes... comprei um blazer bem bonito pro Chu e ganhei uma jaqueta jeans. Da mesma Luigi Bertolli, diga-se de passagem. Mas ambas peças ficam maior que os presenteados, o que me leva a crer que escolhemos o presente de acordo com o tamanho dos nossos outros namorados(as). Só pode.
Na verdade a Luigi tá fazendo umas roupas com padrão de tamanho maior porque a jaqueta é, teoricamente, meu número. Melhor seria se eu tivesse emagrecido mesmo né? Mas nem vou ficar aqui contando "mirtilas" a você, leitor que tem olhos, me conhece, e sabe que EU NÃO EMAGRECI. Fato. Triste.
Hoje acordei cedo por causa do meu recital de piano, mas essa é uma outra ótima história que vai ficar pro próximo post.
Amo muito tudo isso! (Ele me faz tão bem, ele me faz tão bem...)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Ah! a genética, essa estranha

Em algum lugar do meu passado ficaram as aulas de Biologia, e nelas, as de genética. Aquelas coisa dos 23 pares de cromossomos, sendo um desses pares aquele que vai decidir se será uma fêmea (XX) ou um macho (XY).
Aí que se você se parofundar no estudo disso, vai descobrir a trissomia do 21, onde aquele que deveria ser um par de cromossomos 21, vira um trio, e isso dá em Síndrome de Down. Só um exemplo, pra ver como qualquer "mini" alteração pode acarretar um grande problema. (Não, não estou dizendo que portadores de Síndrome de Down são problema, ok? Analise o contexto geral, por favor.)
Indo pra algo mais prático, o genótipo - material genético herdado dos progenitores - é o que vai definir o seu fenótipo. What the hell is it? A sua cara, seu cabelo, o formato e a cor dos seu olhos, aquele seu nariz linnnnndoooo (ou não), sua altura, sua miopia e tudo mais.
Mas por que, assim tão cedo, eu já pensei em tudo isso?
É que eu e a minha genética não conseguimos nos separar, e sempre que vejo uma pessoa - geralmente feia (na minha opinião, lógico. Porque quem ama o feio, bonito lhe parece.) - não consigo não pensar em genética, pai, mãe, sexo, e essas coisas que envolvem o lance de colocar filhos no mundo.
Ok. Eu nem sou a pessoa linda que pode sair por aí criticando o pai e a mãe irresponsáveis que colocaram gente feia no mundo. Não é isso. Mas é que existem umas combinações que resultam em pessoas que eu olho, paro e penso: PQP, vai ser feio assim no inferno! Pode ser que ao acordar e me olhar no espelho eu até pense isso de mim mesma, mas depois do banho, do cabelo arrumado e da maquiagem, fico até bem normal.
Voltando pro assunto beleza/feiura, cheguei à conclusão que ambos são o conjunto de características da pessoa que geram um todo, agradável aos olhos ou não. Se a pessoa tem lá um cabelo liso e loiro, pernas finas, olhos azuis, nariz bonitinho, no geral ela vai parecer bonita. Mas se essa soma for de mais características feias do que bonitas, aí só Ivo Pitanguy na vida dessa pessoa.
Porque eu tenho lá algumas características bem feias, que nem vou falar aqui pra não ficar denunciando: ó, herdei essa parte feia de mamãe! ou "toda a família do meu pai tem essa parte feia!" Acho que eles nem ficariam muito felizes ao lerem isso. Mas é fato que meu pé é feio, que meu cabelo é mais sarará do que poderia ser e que, felizmente, meus olhos são até bem bonitos. Também não tenho Tireoidite de Hashimoto o que não me dá o direito de dizer que estou acima do peso por causa disso.
Mas se eu pudesse dar um único conselho à humanidade, àqueles que pensam em iniciar a produção de "criOncinhas", seria este: escolha bem o seu parceiro! Se você já não tem aquele cabelo de propaganda de shampoo, escolha um par com um cabelo melhor que o seu, no mínimo. Se você é vesgo demais, não vá encontrar o amor da sua vida naquela comunidade do Orkut pra vesgos com grau maior que 8 (sei lá, chutando). Agora, se você resolveu se casar com outro feio pior que você, pense na possibilidade de adotar uma criança. Acho que vou fazer isso.
Enfim... sei que talvez apareça aqui algum ser humano me xingando e tudo mais porque esse post pode parecer preconceituoso, mas é que eu não posso evitar que pensamentos desse tipo invadam minha cabeça. Poderia evitar de colocá-los no blog, correto. Mas como já é de conhecimento de todos, o blog é meu e eu escrevo o que eu quiser, gostem vocês ou não.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Se liga na receita da panqueca! - Para Ylana

Massa Panqueca

2 ovos
½ xícara de farinha (pra uma massa mais pesadinha, como eu gosto, coloco ¾ de xícara de farinha)
½ xícara de maisena
1 ½ xícara de leite
1 colher de margarina
1 pitada de sal (para panquecas salgadas, uso um sachê do tempero Meu segredo)
1 colher (sopa) de fermento

Bater tudo no liquidificador, colocando por último o fermento (batendo só um pouquinho depois disso). Deixe a massa descansar por 30 minutos. Fritar em frigideira antiaderente, deixando dourar os dois lados. A massa não descola automaticamente da frigideira, como nos filmes. Precisa dar uma ajudinha com um garfo e aí pode até brincar de jogar a panqueca pra cima que dá super certo!
Dica: quando for colocar os ingrediente no liquidificador, comece pelos molhados. Assim, será mais fácil desgrudar o que ficar na lateral do copo do liquidificador. Pra panquecas doces, use somente a pitada de sal mesmo, pra massa ficar neutra.
Essa receita rende umas 13 panquecas, em frigideira de 18 cm de diâmetro (fundo).

Recheio de palmito que fiz dia desses e ficou muito, muito bom:

Uns 8 a 10 palmitos cortados ao meio e picados
½ cebola média picada
Azeite de oliva
3 colheres de farinha
Leite (não sei quanto, mas você saberá!)
Tempero a gosto
Salsa picada
Manjericão picado

Refogue a cebola no azeite de oliva até ela começar a dourar. Acrescente temperos (eu geralmente uso alho e sal, de potinho mesmo) e depois o palmito. Mexa, mexa, mexa por uns 2 minutos. Acrescente a farinha, mexa um pouco e vá acrescentando o leite aos poucos. Não pare de mexer senão empelota!!! Esse recheio deve ficar não muito mole, pra não ficar escorrendo de dentro da panqueca, ok? Se precisar, coloque mais farinha e leite, mexendo sempre.
Ao final, quando desligar o fogo, acrescente salsa e manjericão. O ideal é que sejam frescos, mas da última vez usei os de saquinho mesmo.
Dica: a massa descansa enquanto você prepara o recheio. Você pode fazer também só recheio de queijo, tomate, ou qualquer outra coisa que você quiser.

Panquecas fritas, recheie, enrole e disponha-as lado a lado num refratário. Cubra as panquecas com molho de tomate (se for o caseiro, melhor. Se não for, lembre de temperar o molho antes, com cebola e alho refogados, temperinhos, blá blá blá) e coloque fatias de queijo. Cubra o refratário com papel laminado. Leve ao forno por cerca de 20 minutos. Lá pelos 15 minutos, retire o papel laminado.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Essa é uma grande "mirtila"!!!

Aí que ontem tava eu lá de bobeira e, faltando 5 minutos pra sair do trabalho, Josi aparece. E se Josi aparece, é porque vamos sair. E se vamos sair, temos que convidar o Bis.
Sair com esses dois é garantia de muita risada e das coisas mais idiotas possíveis.
Lá fomos nós pro shopping gastar uns dinherinhos e, na volta, resolvemos passar no Carrefour. Andamos, andamos e nos deparamos com várias cornetas, mãozinhas que batem palma, treco que você gira e faz um barulho bem feio, tudo devidamente verde e amarelo pra você, sofredor torcedor brasileiro, sofrer torcer na Copa.
Cada um pegou seu instrumento barulhento favorito - exceto a corneta, porque temos nojinho e não metemos a boca em coisas que não lavamos - e instauramos o terror. Alguns vendedores olhavam e imagino que não nos abordaram por não acreditarem que aqueles marmanjos estava fazendo esse tipo de coisa.
Nisso encostam dois meninos com cara de encapetados, que já tínhamos visto jogando bola pelos corredores do mercado, e essa era a oportunidade de conseguirmos nossos tocadores de cornetas. Os moleques entraram na bagunça fazendo mais barulho do que nós e, quando percebemos que a anarquia já estava feita, saímos de fininho.
Voltamos a ser adultos e lá fomos olhar as coisas, mesmo porque acabamos não comprando nada.
Na parte de geléias fui ver se tinha geléia de mirtilo. Eis que Bis pergunta o que é mirtilo. Presntenção, caso você não saiba:
"Mirtilo é aquele que conta mirtilas, ou seja, uma pessoa mirtilosa!"
(Pode ser que uma coisa dessas, sendo apenas relatada a vocês, nem tenha muita graça. Mas te garanto que, presenciar esses insights de bobice, é uma das melhores terapias do mundo.)
Eu nem ia contar isso aqui no blog, mas toda vez que lembro de ontem eu caio na risada.

Pior dos que mirtilos, só as "pessoas que se disfarçam de gente pra assaltar os outros" da Cancan. Todo mundo doido!

Yla, tô em horário de almoço, correndão, mas no próximo post falo das panquecas.

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SoSuechtig, Burajiru
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