sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Idéias

Nunca permita que suas idéias e ideais se limitem a 282.062 km². Voe, viaje, abra a sua mente. Pra novos e todos os lugares, novas e diferentes pessoas, novos e alternativos pontos de vista. Olhe a mesma coisa mas com olhos diferentes. Ângulos diferentes. Feche os olhos e continue vendo. Use a imaginação.
Deixe de lado o preconceito. Ele estraga lugares, pessoas e idéias. Acaba com o que podia ser bonito, mas não foi porque você, de dentro do preconceito, não permitiu.
Também deixe de lado o orgulho. Troque-o por amor. O orgulho é míope e exigente. O amor aceita imperfeições e, mesmo no erro, continua amando, continua ao lado, continua apoiando. O orgulho divide, coloca uns acima dos outros. O amor une e faz com que um complete o outro naquilo que lhe falta.
Alguém há de entender isso.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Livros, sempre escolha os livros

Hoje minha irmã chegou. Chegou junto com o namorado. Chegou às 6 e tralalá da madrugada, invadiu "meu quarto" gritando "Acorda, acorda, é hora de acordar!". E eu quis matá-la né? Porque, pra quem não sabe, meu humor ao acordar é o pior de todos, ainda mais acordada assim, no susto. Ainda mais acordada assim, no susto, depois de dormir de madrugada pra assistir 'Alfie - o Sedutor'.
Deixei ela gritando, virei pro lado e ela se foi. Sorte dela, já que eu podia muito bem ter surtado, pego o celular e arremessado em sua direção.
Uma hora e meia depois, finalmente acordo do meu sono de beleza (ahn?) e, antes de dar um oi pra qualquer ser humano, como a manga que estava picada no prato, em cima da mesa, uma fatia de pão integral feito pela mãe com manteiga (tudoooo!), arrumo a cama, me troco e nesse momento me sinto pronta pra desejar 'Bom dia' pro ser que veio de São Paulo pra me atormentar!
Lá vou eu pra sala, cumprimento o cunhado e tenho o prazer de acordar dona Nayane. Sem gritos, porque minha mãe dormia no sofá ao lado, depois de uma noite de trabalho.
Volto pra cozinha pra encarar mais uma fatia de pão e o cunhado aparece, com meu presente de aniversário e Natal (fiz aniversário na segunda, dia 15), o livro "para Francisco", da Cris Guerra. Não sei porque eu ainda não tinha comprado o livro, já que sou fã do blog. Mas ganhá-lo de presente foi melhor ainda!
Foi por isso que dona Nay me ligou ontem e perguntou "Você comprou o livro 'para Francisco'?" Diante da negativa, ela disfarçou mal mas eu nem me liguei "Que pena... eu queria ler...". Aí, ontem à noite fui ao shopping com meu compra presente do amigo secreto dele, passamos na única livraria do shopping pois pensei: vou comprar o livro de presente de Natal da Nay. (In)felizmente, o livro está em falta e só chega em janeiro. (Que pena... um super presente de Natal em falta!)
Nay me fala que ficaram em dúvida entre o livro e uma bolsa super bonita. Ainda bem que escolheram o livro. Aliás, sempre escolha os livros.
Adoro bolsas, claro, mas um dia a bolsa vai se acabar e garanto que nunca mais será lembrada. O livro não. Livro é um presente pra sempre. Mesmo quando você termina de lê-lo, ele continua lá - dentro de você. Livro você compartilha, comenta, grifa, cita partes dele, imagina e se apaixona. Livro combina com qualquer lugar, com qualquer roupa. Combina com cama, sofá e rede. Independente da cor, sempre combina. Livro muda você por dentro. Bolsa, é acessório. Muda por fora.
Agradeci, feliz da vida, escovei os dentes e gastei os 20 minutos que me restavam antes da fisioterapia pra começar a lê-lo. Lindo, lindo, lindo.
Me controlando pra não ler tudo até o fim do dia. Será que consigo?
Página 35. Já recomendo!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Insetos não sabem nadar

Sério? Não me diga... (Novidade na Mix!)
Já que eu estou aqui na casa dos meu pais, de bobeira, num calor dusinfernus, nada como um piscina à disposição né? Então... estou aproveitando que o sol voltou a brilhar por essas bandas e a piscina tem sido a melhor opção de minhas tardes. Muito sol, garantindo assim a marquinha de biquini que usarei pra fazer uma invejinha básica nos amigos paulistanos, e água gostosa.
E insetos! Ahn? Isso... insetos!
O calor tá de matar, os pobres insetos (coitadinhos!) precisam de água e, mesmo não sabendo nadar, se arriscam na imensidão daquela piscina. E eu fico lá, sem saber se nado, tomo sol - que eu odeio, mas preciso garantir a marquinha de biquini - ou se salvo os pobres insetos. Fato é que hoje devo ter salvo uns 20, pelo menos, entre abelhas, vespinhas, besouros e uns outros bichinhos que eu desconheço.
Não, a piscina não é cheeeiaa de bichos, como você está aí imaginando. A questão é que estou rodeada por muita, mas muita natureza mesmo, então insetos se afogando é algo completamente normal.
Além de salvá-los, enquanto nado aproveito para jogar água nas laterais da piscina pra que os insetos desavisados se contentem com a água da lateral e não se aventurem em águas mais profundas.
Se eu sou louca? Gente... eu adoro bichos! Não posso ver um inseto correndo perigo fora de seu habitat natural (desde que não seja uma barata...) que já me encarrego de parar tudo e levá-lo para o matinho mais próximo. Já parei uma conversa da chefa com um professor pra salvar uma formiga. Já saí do posto de trabalho, quando eu era bancária, pra levar uma aranha pra algum mato (quase inexistente numa Av. Ibirapuera da vida...). Já tirei o bronzeador numa rapidez incrível pra poder me jogar na piscina e livrar uma abelha da morte. Já fiz minha mãe socorrer um pirilampo no banheiro e um outro bichinho que estava tentando sair pela tela de proteção da janela do escritório.
E assim, entre salvamentos de insetos e algumas braçadas, a "cor de dar inveja" vai aparecendo, a brancura fantasmagórica vai embora e eu fico feliz!


P.S.: E por falar em insetos, vai lá no Bichinhos de Jardim. Muito fofo!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Peru de Natal

O espírito natalino invadiu o coração do meu pai e penso que ele está achando que eu serei o peru de natal, visto que ele vem tentando me colocar numa dieta de engorda desde que cheguei.
Na sexta-feira, depois de longos dias de abstinência completa de chocolate, pedi que ele comprasse uma barra de chocolate ao leite. Pois ele me chega com duuuassssss barras de chocolate, fato muito estranho. Nem preciso dizer que as barras foram extintas até o sábado.
No sábado ele foi pra uma pizzaria com um povo. De lá ele me liga e pergunta: quer pizza? Não pai, obrigada. A Lu não quer? Não pai. Sua mãe não quer? Lá vou eu ligar pra minha mãe, que tava no hospital de plantão. Ela quer pai. Mas só ela vai comer? Tá bom... eu como um pedaço. Que sabor? Meia marguerita e meia frango, sei lá. Ok.
Algum tempo depois ele chega com a tal pizza, se lamentando por não ter trazido refrigerante.
Enquanto eu como meu pedaço (pelo menos ele trouxe uma pizza média, de 6 pedaços), ele faz a proposta: A gente podia ir tomar um sorvete e trazer um potinho pra sua mãe, que tal? Paaaaiiiii... eu mal vou aguentar a pizza e você quer me fazer tomar sorvete? Vamos amanhã junto com a mamãe... E eu tô podendo muito comer esse monte de besteiras né?
Consegui convencê-lo, mas o domingo estava tão quente que acabamos não resistindo a um pote de sorvete de bombom.
Mas se ele pensa que será assim fácil dar uma de bruxa de Joãozinho e Maria, já voltei ao meu estado normal de consciência do meu peso e não vou me entregar a esse tipo de tentação. Não mesmo!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Pelo motivo certo

Ontem assisti no canal GNT o documentário "Infância com Fé". O documentário mostra a vida de três pregadores mirins: Samuel Bouthwell, de 7 anos, Terry Durham, de 9 (documentário sobre os dois aqui), e Ana Carolina Dias (a.k.a. Menina Pastora Louca, veja o vídeo aqui), de 12 anos.
Samuel Bouthwell me chamou a atenção por falar mais sobre o inferno, fogo, enxofre e vermes que lá vivem do que sobre salvação. Há nele um medo evidente de não ser salvo, mas por causa dos argumentos citados. Mas aí você fala: mas que bonitinho! Um menino tão novo falando de Deus! Bonito seria, claro, desde que a ênfase fosse dada em aspectos positivos da religião, e não somente no medo de ser devorado por vermes.
Terry Durham é conhecido por seus milgares. Cura doenças, prega cantando (gritando, eu diria), sapateia no púlpito. Em sua entrevista, se mostra todo orgulhoso "porque é conhecido no mundo inteiro". Criado pela avó, uma pastora que o "autorizou" a ser pastor quando ele tinha apenas 6 anos, tem como empresário seu próprio pai, Todd Durham. Todd tem todo um planejamento para vida "profissional" de Terry e em breve pretende que ele se torne pastor de uma igreja de U$1,5 milhão para cerca de 30 mil membros. Quanta pretensão não? Além disso são comercializadas camisetas, bonés e fotos autografadas de Terry, "o pequeno menino de Deus". Comércio puro.
Já Ana Carolina Dias - não pelo fato de ser brasileira e eu defender a raça - me pareceu a mais sincera em seus propósitos. Não sou fã de sermões berrados, coisa que ela faz, mas em momento algum vi em seu pai ou nela mesma sinais de prepotência. Ela prega na favela da Rocinha e tenta salvar principalmente drogados e traficantes.
No final do documentário, o narrador fecha com a idéia de que os três têm em comum é o medo do Diabo e do inferno. E é exatamente aí que entra o meu questionamento: qual o motivo certo para se ter uma religião? Medo do inferno? Medo dos vermes, do fogo e do enxofre? Medo da morte eterna? Medo de perder uma vida boa no céu?
Se você pertence a alguma religião por alguma das razões acima, penso que este não é caminho. Devemos pertencer a uma religião por amor. Amor a Deus, amor ao próximo e amor a si mesmo. Por causa do amor que transforma, capaz de tornar o ser humano melhor, de livrá-lo do pecado. O amor que perdoa e que salva.
Nenhum medo deve ser maior do que o real significado da religião. Pense nisso.
Feliz Sábado a todos!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Ensinando gatos


Minha mãe tem um gato chamado Tobias. O Zequinha, outro gato, desapareceu há um tempo e ficou só o Tobias mesmo. É esse aí da foto (dentro da minha mala, em cima do meu vestido), claro!
Tobias, como todo gato adotado pela família Fernandes, é um gato mimado, que adora um carinho na barriga. E o Tobias, além disso tudo, é um gato chorão. Passa a noite na farra, volta pra casa de manhã já chorando, pedindo comida.
Tobias come dentro de casa. Já que um cachorro insistia em roubar sua ração - não só a do pote que ficava na área de fora, mas saiu carregando o saco de ração rua afora - ele passou a comer dentro de casa, junto com Popy, a cachorra. Vira e mexe eles dividem a ração: ela come a de gato, ele come a de cachorro, e assim vivem em paz.
Tobias chora quando está sem ração, quando precisa que alguém lhe abra a porta pra entrar ou sair e agora há pouco, saio do banho, faço um carinho em Tobias deitado no meio do corredor e me dirijo ao banheiro do quarto dos meus pais pra escovar os dentes. Tobias segue logo atrás, chorando. Eis que de repente descubro o motivo da choradeira: ele sobe no vaso e ameaça beber água, prática comum, porém nojenta, dos felinos.
Fecho a tampa do vaso mas ele continua miando. Termino de escovar os dentes e tento fazê-lo entender que a água da torneira da pia é muito melhor. Minha mãe vai me matar, mas coloquei o Tobias em cima da pia, na esperança de que ele se animasse com a água fresquinha que saía da torneira. Ele até ameaçou, mas não bebeu. Me rendi, peguei o potinho de água, lavei e coloquei água limpinha, item extremamente necessário aos felinos. Enchi o potinho de ração e Tobias bebeu e comeu à vontade.
Pra quem não sabe, gatos precisam de comida disponível sempre e água limpa. Ao contrário de outros animais, eles comem somente o necessário. Nunca comem o pote inteiro de ração (a não ser que tenha um pingo de ração dentro, óbvio!), e por isso se alimenta várias vezes por dia pra manter a forma. Água suja não é com eles. Cachorro bebe água com folha, inseto, papel, qualquer coisa dentro. Gato não. Então, se você pensa que é frescura de gato, que nada: é a natureza mesmo!
E, ao contrário do que se diz por aí, gatos não são interesseiros não. Tobias, já satisfeito, está aqui, em cima da mesa do computador, chorando e se esfregando na tela, pra ver se ganha carinho. E ganhou, é lóóóóógico!
E por falar em gato, olha que carinha bonitinha desse meu Chu, no ônibus que nos levava de Santa Cruz até La Paz, na Bolívia.

Miau miau. Não é lindo? (Ok. Não precisa responder. Se responder, manere na sinceridade. Pelo bem do Chu! Chu... te amo!)
Tem umas fotos dele, da viagem, que são ótimas. Uma sessão de caras e bocas super tudibom. Mas só posso postar se ele deixar, senão eu apanhoooo!

Notícias de um braço torto

Bem que eu gostaria de ter postado antes, mas meu braço torto andava tão inchado e dolorido que desisti. Daqui a pouco eu desisto de novo porque ele cansa.

Enfim... depois de muito refletir sobre as atuais necessidades do meu braço (= fisioterapia), resolvi me mandar, junto com mama, para Campo Grande - MS, o lugar mais quente que eu conheço além das piscinas a 40ºC de Caldas Novas, pois por aqui fica mais fácil me deslocar pra fisio.
Partimos de Sampa - de ônibus porque não dá pra desembolsar R$500 assim, pro luxo do avião apertado - na terça às 23h30 (idéia idiota, estúpida e retardada minha de sair nesse horário), contra todos que não queriam que eu viajasse (Chu, Mari, Cam, Hírley e os animais, eu acho).
Para minha alegria, o ar condicionado do ônibus não estava no modo "você está num iglu", e consegui dormir sem ser congelada. Apoiei o bracinho num travesseiro e dormi. Eis que, durante a noite, descobrimos que o ônibus para em tudo que é lugar que você jamais gostaria de conhecer. Ok. Mas é aí que a viagem começa de verdade. No meio da madrugada, um bebê abre o berreiro dentro do ônibus. Respiro fundo, bebê finalmente para de chorar e volto a dormir. Pouco tempo depois, acordo por causa dos roncos do passageiro de trás. Que que era aquilo hein? E o ônibus continua pingando...
Às 6h30 da manhã ele para em mais uma cidadezinha inha pra pegar mais passageiros. Entra uma mãe com seu filho adolescente, com mais problemas pelos membros do corpo do que eu (não sei o que ele tinha) e tentam se acomodar no banco atrás do nosso. Depois de muito levantar o banco, abaixar o banco e a mulher sequer agradecer, ela pede pro povo do primeiro banco ceder o lugar pra ela e o filho, por causa dos problemas do menino. Tudo certo. Quando eu penso que voltarei a dormir, a mesma mulher saca sua TV portátil, MP9, MP10, MP sei lá o quê, e liga num canal de notícias. Não acreditei! Como pode um ser humano fazer isso nesse horário com todo mundo tentanto dormir? Dei risada. Minha mãe começou a falar num tom que ela escutasse "será que isso não tem fone?". A mulher se incomodou? Magiinaaaaaa... Pra quê né? Estava lá feliz e contente com o filho, mudando de canal. Então o senhor do banco ao lado fala que ele queria dormir e que ela estava incomodando, não somente a ele, mas aos outros passageiros que já haviam falado (= minha mãe). Sabe o que a educada senhora respondeu? "Meu sehor, o sol já raiou! Não é hora de dormir!". Aí parei, esperei o Bozo entrar perguntando "Que horas são? CINCO E SESSENTAAAAA!" e falei "O sol já raiou... é melhor ouvir isso do que ser surda!". Ah não. Era muito pra minha cabeça.
Finalmente a mulher resolveu deixar de ser besta e desligou o noticiário que todo mundo estava interessado em ouvir. E, mesmo com o sol que já tinha raiado, ela dormiu tão bem a ponto de roncar!
Depois de 15 horas de viagem - isso mesmo, QUINZE! - chegamos ao nosso destino. Cansadas mas vivas. E meu pai nos esperava.
Finalmente "em casa".

sábado, 6 de dezembro de 2008

EU VOLTEI!

Acabo de chegar em casa depois da cirurgia, de uma noite no hospital e de muita gente me atendendo super bem. Fora o fato de terem demorado 2 horas pra me colocarem no quarto, ou seja, já estava quase na hora da cirurgia, só consegui entrar no quarto, colocar aquela camisolinha bonita e ir (de maca) pro centro cirúrgico, o atendimento em geral era maravilhoso, enfermeiros, técnicos, copeiras, todos muito simpáticos e prestativos.
A cirurgia durou 2 horas, das 15h às 17h, a Nay assistiu a cirurgia, tirou foto, filmou o monitor e só fui acordar na sala de Recuperação Pós-Anestésica lá pelas 17h45 e a Nay estava comigo. Mesmo dopada, desembestei a fazer perguntas pra Nay. "Quando é que terei alta?" Não sei. "Esticaram meu braço?" Não. "Por que?" Porque seus osso cresceram tudo errado
Escrevo o resto depois e coloco fotos porque minha família tá me enchendo as paciências pra eu ira tomar banho porque vamos almoçar na casa da Mari!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Amizades antigas, amenidades, comidas e até breve!

Este provavelmente será o último post antes da cirurgia. E pra esquecer da cirurgia minha opção são assuntos e pensamentos mais amenos - as bobeirinhas da vida. Pra quê ficar me estressando né? Só porque eu (provavelmente, porque eu nem perguntei) vou tomar uma anestesia geral? Só porque alguém vai fazer un furinhos no meu braço e mexer lá dentro? Só porque a lei de Murphy diz que "se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará"? Ah... bobagem.
Anyway, estou mais tranquila, consegui dormir 8 horas seguidas na noite passada, meu estômago nem está tão ruim, já estou de folga do trabalho, minha mãe chegou pra cuidar de mim, estou recebendo e-mails, abraços e todos os milhares de desejos de que tudo dê certo, então tá bom né? Porque se depender de número de pessoas dizendo "vai dar tudo certo", já era pro meu braço ter desentortado sem cirurgia nenhuma! Hahahahahahaha...
E por falar em braço, acho que vou tirar umas fotinhos pra fazer um "Antes e Depois", desde que o "Depois" fique melhor.
Hoje de manhã fui trabalhar. Deixar algumas coisas "no jeito" pra que as pessoas não sofram (tanto) com minha ausência; se é que alguém vai sofrer por causa disso. E ainda bem que fui trabalhar porque no fim da manhã encontrei um amigo de uns 10 anos atrás e que eu não via há uns 7 anos. O ser humano casou, foi pros Estados Unidos, teve filha, voltou e agora no reencontramos. Mari, ele (cujo nome é Gleydson) e eu cantávamos no mesmo coral e nós duas nos uníamos pra atormentá-lo. É claro que ele não deixava barato e descontava - inclusive nos batendo com a beca do coral - mas as atormentações renderam uma boa amizade, histórias e momentos muito bons e engraçados. Fiquei muito feliz!
E já que o assunto é amizade antiga, acabei de falar pelo msn com um amiga que, por problemas pessoais, desapareceu há 5 meses. Amizade gostosa, pessoa maravilhosa, inteligente, engraçada, umas das pessoas que eu escolheria pra ser minha irmã. Então é minha irmã de coração. Espero muito em breve encontrá-la novamente porque a saudade é enorrrrme!
Mudando de assunto...
Dona Édina, minha mãe, já chegou cozinhando. Cheguei em casa ontem à noite, depois de desempenhar minha tarefa de ajudante de Mari, e ela estava na cozinha fazendo uma gororoba de berinjela com pimentões, azeite, temperos e limão, tudo isso no forno pra comer com pão depois. Eu, apaixonada por berinjela, até experimentei o negócio antes de ir pro forno e já estava bom. Mas depois... com alho frito e mais azeite no pãozinho, ficou maravilhoso! Nada como mãe pra fazer essas coisas gostosas né!?!
Já falei das amizades antigas, das amenidades (tempo estranho nessa São Paulo né? No mesmo dia faz um calor terrível, um frio terrível porque você sai pra trabalhar com "roupa de calor" e mesmo assim sua saúde tem que resistir...), das comidas... então chegou a hora do até breve.
Até breve pessoal! Vai dar tudo certo! (É o que todo mundo diz, menos o murphy...)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Cansaço, ansiedade,dor de barriga e gatos

Bom dia... bom dia desde as 5h30, hora em que acordei e não consegui mais dormir. Por que? Porque decidi fazer a tal cirurgia (se você não sabe do que se trata, vá no campo aí em cima digite "ortopedista", clique em "procurar blog" e com certeza você vai encontrar algo esclarecedor!). É... sexta-feira, às 14h, estarei dopada, com aquela roupinha linda que só quem é operado tem a alegria de usar e com alguém fuçando meu braço.
Esse até que não seria um grande problema, não fosse minha ansiedade, que desde quinta passada toma conta de mim. Foi nesse dia que conversei com o médico, quase a ponto de desistir da cirurgia mas, depois da conversa, fiquei tranquila e decidi pela operação. Desde então só tenho conseguido dormir depois da meia-noite, tenho milhares de sonhos todas as noite, acordo às 5h e não consigo mais dormir, minha barriga dói, minha cabeça dói e as olheiras só aumentam.
E pra completar, ontem ainda tive que ouvir CD de Sandy & Junior. Dona Mari teve a feliz idéia de dar um bolinho em forma de árvore de natal pros seus 27 alunos encapetados. Quem foi ajudá-la a cobrir bolinhos, colocar confetes, embalar, etc, etc? Eu né. Tudo isso ontem, depois das 20h. Chegamos na casa da dita cuja e o que ela inventa de colocar no som? Pois é... Talvez seja por isso que meu estômago está mais embrulhado ainda hoje.
Ai... eu gostaria muito de escrever umas palavras bonitas nesse blog, mas meus pensamentos estão concentrado nesse cirurgia. Alguém pode me ajudar?
Minha mãe chega hoje pra cuidar de mim. Pelo menos terei alguém pra abotoar minhas calças, arrumar meu cabelo, amarrar cadarço do tênis... Coitada!
Pessoas, orem por mim. Eu sei que Deus está cuidando de tudo, mas minha cabeça está a mil e por isso eu estou muito, muito "demais da conta" cansada.
Mudando de assunto...
Os filhotes da Kiki - Jubileu, Vaquinho, Sujinha, César Albino e Shitara - estão fofos. Em breve fotos individuais pra que possíveis pais adotivos possam se animar a adotar essas coisinhas lindas.
Ontem à noite cheguei em casa e, na hora de (eu) dormir, eles insistiam em ficar acordados, miando, correndo pela casa já que o "muro de contenção" já não segura mais ninguém e logo eles acharam a cozinha, onde Chu e Will comiam pizza. Da cozinha eles migraram pra lavanderia, e na lavanderia adivinha o que encontraram? Blá blá blá potinhos com Whiskas Sachê, do Chico e da Kiki. Foi uma loucura! Era gatinho dentro da vasilha se acabando em meio a tantos pedacinhos de carne, gatinho brigando com outro por causa da comida, gatinho rosnando comigo por não deixá-lo comer. O mais engraçado foi o César Albino. Assim que o peguei no colo, sendo que ele estava dentro do potinho de comida, ele estava com nada mais nada menos do que 3 pedaços de carne pendurados na boca! Pensa num gato minúsculo com 3 peaços de carne na boca e rosnando, com muita raiva.
Não teve jeito: deixei os bichinho se matarem de tanto comer. Depois disso ficaram bonzinhos, dormiram e me deixaram em paz.


Flávio, você perguntou o que tinha de bom pra comer né!?! Pelo que eu sei, tinha strogonoff, creme de milho, arroz, saladas e muitas coisas que eu não sei já que a parte culinária não estava por nossa conta. Sobremesa, eu vi sorvete, mas devia ter mais coisas.

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