sábado, 3 de julho de 2010

Na contramão do romantismo

Chu é de um romantismo não convencional. Suas declarações de amor raramente envolvem flores ou bichos de pelúcia, mas coisas que ele sabe que eu gosto mesmo: um chocolatinho, uma bananinha (daquelas com açúcar) e até um daqueles adaptadores de fone para ouvido (aqueles que ficam dentro do ouvido) que ele achou no chão, do tamanho exato do que eu tinha perdido.
Mas ele é totalmente inovador no quesito apelido. Desde o dia em que ele encontrou uma máquina etiquetadora num supermercado e me encheu de etiquetas de preço, sou a Precilda. Quando reclamo, sou a Reclamilda. Quando estou chata, sou a Chatilda. Ou seja: tudo que eu sou termina em ilda.
Eis que ontem ele chega aqui em casa:
- Oi minha Flomar!!!
- ???
- É... minha Flomilda!!!
- Nossa Chu... os casais geramente se dão apelidos bonitinhos tipo amoreco, princesa, amor, e você me chama de Flomar?
- Ah... pelo menos é diferente né?
- Que que é Flomar mesmo?
- É o cachorro daquele filme.


Eu, Flomar, sendo medida por meu dono marciano.

1 querendo aparecer:

pat disse...

Adoro essas suas histórias com Chu.
Eu me acabo na risada. Depois leio para os outros e a risadaria começa toda de novo.
Bjs
Pat

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