quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Pra terminar o dia

Deus já sabia o quanto eu ficaria triste no dia em que o Jeremias, o gato, desaparecesse. E esse dia chegou, há uma semana e 3 dias, num domingo.
Ele sempre costumava dar umas voltinhas por aí, como todo gato macho. Mas chegou a segunda, a terça, e nada de Jeremias voltar. Às vezes ele realmente se prolongava nesses passeios, mas depois que uma semana se completou, percebi que ele não voltaria. Desde então tenho ficado mais triste a cada dia.
Já sonhei várias vezes com ele, mas sempre acordo mais triste porque ele não está em casa.
O Jeremias era o gato perfeito. Aprendeu a ser mais comportado que os gatos normais, não fazia sujeiras em casa, matava baratas e conversava conosco. Fazíamos perguntas a eles, que exigissem resposta sim ou não, mas ele sempre respondia não. Era engraçado... pelo menos pra mim e minha irmã.
Ele tinha um miado coisa mais bonitinha. E às vezes ele tinha uns ataques de loucura e nos mordia. Não sei exatamente a razão das mordidas, mas eram ataques engraçadíssimos.
Mas o Jere sumiu. E ainda estou torcendo pra que ele só esteja por aí namorando. Ou tenha encontrado uma dona melhor do que eu. Difícil.

Hoje, voltando do trabalho, cansada, acabada, com dor de cabeça, eis que, pertinho de casa, ouço um miadinho. Não, não era o Jere. Olhei pro lado e vi uma caixa de papelão, e lá dentro, uma gatinha bebê, preta com as patinhas e o focinho brancos, COI-SA MAIS LIN-DA! Não pensei duas vezes. Eu não conseguiria dormir sabendo que a coitadinha estava lá fora, numa caixa de papelão e a chuva quase chegando.
Peguei-a - ela estava super assustada - enrolei-a numa blusa por causa dos cachorros aqui de casa, e tive que dar um banho na pobrezinha. Apesar de muito pequena, ela estava bem sujinha e um paninho úmido não seria o suficiente pra eu acreditar que aquele ser estava limpo. Enchi uma bacia com água quentinha, mergulhei a gatinha nela (a cabeça não proque eu não sou tão idiota assim), passei shampoo, esfreguei ela toda, enxaguei com mais água quentinha e só não passei condicionador porque eu não sou a Nay. Sequei com um pano e depois com o secador de cabelo. Ela não gostou muito, mas teria morrido de frio se eu não fizesse essa boa ação.
Mostrei a caixa de areia pra ela na esperança de que ela saiba que lá é o banheiro e não outros lugares da casa. Mostrei também a vasilha de ração, mas ela não se interessou muito. O que ela realmente queria era fugir de mim e conhecer todos os cantos da casa.
Dei um tempo pra ela se acostumar com o ambiente, tentei estabelecer contato usando minha mão para divertí-la, e ela gostou. Tudo bem que, até então, ela não havia associado o fato de que aquela mão que brincava com ela, me pertencia. Ela adorou a mão, mas não gostava de mim.
Como eu não estava com paciência pra ser babá de gata, vim pro computador e trouxe a coisinha junto. Coloquei-a em cima da mesa pra garantir que não a perderia de vista e ela começou a desbravar o local. Foi pra dentro da CPU, que está aberta, sentou-se sobre um cd, mordeu alguns cabos, brincou com meu Neosoro, digitou algumas coisinhas pro Edu no msn - nada inteligível - e depois se deitou ao lado do som e dormiu. Tirei algumas fotinhos da dorminhoca, que se chamará Kiki, mas depois de um bom tempo ela acordou. Ficou invocada que eu não parava de digitar, quis brincar com minha mão "digitante", mas resolveu se ajeitar no meu colo e continuar a soneca.
Aí a Nay chegou, tirou a Kiki de mim e agora ela dorme no sofá, junto de sua verdadeira mãe.

Mas o que eu queria dizer é que, apesar da saudade do Jere, que é enorrrrrrrme já que ele é o gato do meu coração, Deus sabia que no meu caminho existiria uma outra gatinha que precisava de casa, comida e pêlo lavado e que faria com que eu ficasse menos triste. Bom demais.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Um bom poema



um bom poema
leva anos
cinco jogando bola,
mais cinco estudando sânscrito,
seis carregando pedra,
nove namorando a vizinha,
sete levando porrada,
quatro andando sozinho,
três mudando de cidade,
dez trocando de assunto,
uma eternidade, eu e você,
caminhando junto


Paulo Leminski

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

E o que você está fazendo?

Há quase 11 anos decidi ser vegetariana. Isso mesmo. Não comer carne, de espécie alguma. Não como carne de vaca, nem de frango, nem peixe.
Por que? Sei lá. Apenas olhei para a panela, com carne dentro e falei que nunca mais comeria aquilo. E não comi mesmo.
De uns tempos pra cá venho descobrindo outras coisas relacionadas com o vegetarianismo. A luta pelo respeito aos animais - não somente deixando de comê-los - mas em outros campos igualmente importantes. Experiências em animais feitas pela indústria de cosméticos, entre outras, me conscientizaram da necessidade de uma atitude pessoal em relação a isso. Não necessariamente levantar cartazes e bandeiras ou recriminar aqueles que não possuem tal postura. Simplesmente, fazer a minha parte.
Ainda não sou a pessoa que mais respeita os animais. Ainda consumo ovos, leite e derivados e uso calçados e bolsas de couro, cuja produção também acarreta sofrimento (direto ou indireto) aos indefesos animais. Não sei se conseguirei ser o que gostaria. Uma alimentaçao vegana, sem nenhum derivado animal, exige muita criatividade e um paladar que não possuo. E olha que tentei tomar o tal do "leite de soja", mas INFELIZMENTE não lembra, nem de longe, um geladinho copo de leite. Isso é triste.
Não quero aqui discutir o certo e o errado. Quero expor o que penso e sinto e deixar que você tire sua conclusão sobre o assunto.
Para isso, vale a pena conferir dois vídeos disponíveis no youtube. Colocarei somente o link da primeira parte de cada um, mas por favor assistam tudo.
Earthlings
A Carne é Fraca

Pense nisso.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Ai ai... (suspiros)

O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.

Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.

Fernando Pessoa, na pele de Alberto Caeiro. Ou o contrário; não sei. Mas amo.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Pára tudo!

Meu dia de-fi-ni-ti-va-men-te merece um post. É bem óbvio que uma semana dessas merecia terminar numa sexta-feira assim. Desse jeito.
Acordei - nem um pouco feliz e contente porque eu continuava com muito sono - tomei banho, passei minha roupa, me vesti, tomei um iogurte, escovei os dentes e fui trabalhar.
Dia corrido, várias coisinhas chatas para resolver e eu só estava feliz porque às sextas (teoricamente) trabalho só até meio-dia. Mas o meio-dia se transformou em uma e meia e foi a essa hora que me mandei.
Antes de ir pra casa, passei no mercado pra uma comprinha das coisas pro fim de semana - queijos, chocolate, iogurte, pão e claro: catchup Heinz! - e me dirigi ao caixa. As mercadorias vão passando e o código do catchup "no ecziste", aí ele fica por último. A mocinha tentou um monte de vezes e, vendo que não teria suscesso, vira e fala: "Ai moça, não vai dar pra levar o catchup". Quê? Tá louca é? É claro que o pingo de educação que me resta não deixou que meus pensamentos se transformassem em palavras. Então, com cara de gente educadinha, respondi: "Vai sim. Ele tava na prateleira, com preço e tudo, então eu vou comprar". Não sei o que as pessoas pensam quando falo desse jeito. Só sei que as coisas acontecem. E aí ela chamou uma outra mulher que a fez DIGITAR o código do produto e, milagrosamente, pude comprá-lo. Tudo tão simples...
Tá.
Fui pra casa e comecei a rotina de limpeza de sexta-feira. Limpei as mesas da cozinha, limpei o chão da cozinha e recebi uma ligação. Josi. Adivinhem pra quê? Pra me convidar para um daqueles programas interessantíssimos que só ela tem. Médico. Tá bom, eu vou. O melhor é que dessa vez ela parecia saber onde era a tal consulta.
Fui ao encontro de Josi e me sentei num banquinho para esperá-la. Eis que, de repente, surge do além uma senhora e, em tom ameaçador, pergunta: "Quer comprar uma trufa?". Respondo: "Não, obrigada". Mas ela insiste: "Minhas trufas estão muito gostosas". E eu com isso? Já não falei que não quero?. Mas respondo: "É que meu estômago não está muito legal hoje. Obrigada.". E ela retruca: "Mas se comer chocolate melhora". Anham. Agora a senhora faz chocolates homeopáticos também. Mas eu falo: "Que nada. Preciso é comer maçã pra ver se melhora". E ela tinha que falar: "Maçã é que dá azia". É lógico que dá azia. Na senhora, que só fica aí comendo essa porcaria de chocolate. Falei mais um "hoje não obrigada" e cortei a conversa antes que eu fosse obrigada a arremessar aquelas trufas bem longe.
Eis que surge a Josi para me salvar!
Lá fomos nós pro Centro Médico Carlos Gomes, ao lado do shoppping Boa Vista, ou Boavista, sei lá, lá em Santo Amaro. Trânsito ruinzinho mas chegamos lá pelas 17:05h, sendo que a consulta era às 17h. Aí a Josi pergunta umas coisas na recepção e "descobre" que, na verdade, ela deveria ter ido ao Centro Médico da Mulher, na Washington Luís. Justamente quando ela sabe como chegar aos dois lugares, é claro que ela vai pro errado!
Já que não conseguiríamos chegar mesmo no outro lugar, fomos dar uma voltinha no shopping. Massssssss... eu tinha que chegar em casa antes do sol se pôr pra fazer um pedido da Avon pra minha *querida* irmã que deixou pro último dia e pra pessoa errada. Andamos pelo shopping e, fatalmente, fomos parar numa livraria. Quando nos demos conta, 18:22h. Nos mandamos, mas o trânsito nesse horário é triste.
Mas como a Josi é pilotA (isso existe?) de fuga, botei os pés em casa às 19:28h. Corre pra cá e pra lá, procura papel com o código da Nay e? TCHANANANAMMMM... Consegui fazer o pedido!!!
Depois de hoje, e dessa semana, só quero um pouquinho de paz.
Pára tudo!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

A verdadeira história das cores

AVISO IMPORTANTE: Se você, que aprendeu aquele monte de baboseiras sobre cores primárias (vermelho, amarelo e azul), que vermelho+azul=roxo, que as cores em movimento=branco, etc, etc, etc, e não deseja se decepcionar com a verdade - do tipo "Papai Noel não existe" - NÃO LEIA ESTE POST!!!

Chega de mentiras. Aquela sua professora medíocre contou pra você uma bela duma mentira, mas talvez porque a professora dela também contou e por aí vai. Mas como disse Gandhi certa vez, quando provavelmente não tinha nada melhor pra fazer e estava lá pensando na vida, "O erro não se torna verdade por se difundir e multiplicar facilmente. Do mesmo modo a verdade não se torna erro pelo fato de ninguém a ver". Sendo assim, não é porque todo mundo conta a historinha das cores primárias que ela é verdadeira!
Conversando com o Sr. Edu B. K. C. da Páscoa, em uma demonstração de seus sábios conhecimentos em cores aditivas e subtrativas (no dia eu entendi mais ou menos. Agora não lembro *porcaria* nenhuma!), descobri a farsa sobre as cores primárias.
Como eu não lembro absolutamente nada das explicações dadas por elem então vou postar o e-mail que ele me mandou mais 3 figurinhas que ilustram o mistério das cores. Talvez um dia ele se anime e me mande uma explicação boa pra isso, pra todos os leitores deste blog (que não deve passar de 5 pessoas!) se unam e façam um abaixo-assinado para a mudança da educação colorida feita atualmente em nossas escolas.



Legenda das figuras, na ordem em que aparecem:

  1. 1. Modelo CMYK
  2. 2. Modelo RGB
  3. 3. Cores Primárias (a farsa)
"Só pra esclarecer melhor o esquema das cores primárias... Quando disse que era uma farsa, foi no sentido de que a partir de um modelo desse não seria possível ter uma variedades de cores tão vasta como no modelo cmyk.

Pegue como exemplo uma foto que seria impressa numa impressora jato de tinta... Se ao invés de ter uma impressora com cian, magenta e amarelo, tivesse vermelho, azul e amarelo, na segunda opção, a representação das cores reais seria bem mais falha e feia do que na primeira.


Aí você vai me perguntar: Ah, é? E por que ficaria feia?

Simples, quando houver a mistura das 3 cores primárias, o resultado é a cor de burro quando foge, e qualquer coisa pintada com cor de burro quando foge, fica feia. Simples, não?"

Se vocês não entenderam nada, sintam-se à vontade para perguntar. Como eu também não entendi lá muita coisa, repassarei toda e qualquer dúvida ao Edu e o forçarei a elaborar um texto
bem explicativo sobre o assunto.

E não fique bravo com aquela sua professora que chamei de medíocre. Na verdade ela também foi enganada, e tenho certeza de que, se ela soubesse a verdade verdadeira, e não a verdade inventada, ela já teria te contado.


Uma ótima semana a todos!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Agradecimento

Vem por meio deste post agradecer aos meus queridos amigos e colegas de trabalho, Adriana e Daniel, por me fazerem rir no momento em que eu DEFINITIVAMENTE não deveria rir.
Vou explicar:
Ontem, durante uma reunião em nosso departamento, estava eu no meio de um discurso acaloradíssimo quando me deparo com os dois seres citados no párágrafo acima fazendo cara de interessadíssimos no que eu dizia, como se fosse o anúncio da cura da AIDS, e fingindo anotar cada palavra que saía da minha boca. Não acreditando no que via, aproveitei uma pausa na qual minha chefa tomou a palavra e olhei de novo. Lá estavam os dois com suas caras engraçadas. Quando tentei retomar o que falava, caí na risada! E quando, educadamente, pedi para eles pararem com a palhaçada, ainda se fizeram de loucos, como se absolutamente N-A-D-A estivesse acontecendo.
Muito, muito obrigada mais uma vez! É por isso que cada dia que passa eu gosto MAIS e vocês!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

FELIZ ANO NOVO!!!

E aqui, no Brasil, a vida FI-NAL-MEN-TE começa.
O Carnaval acabou - por mim, nunca deveria ter começado - e agora nosso ano de longos 11 meses se inicia. Vai-vai (pra aquele lugar) se consagra campeã no carnaval paulistano pela diferença ínfima de 0,25 ponto na nota de Harmonia (!?!), deixando aquele povo que não tem nada pra fazer e fica lá no pátio da Mocidade, com a maior cara de tacho. Engraçadíssimo! Só assisto a apuração das notas na esperança de que isso aconteça. O povo de determinada escola, nesse caso a Mocidade, achando que já são vitoriosos (tudo indica) e, na última nota, daquele cara mais chato (não na minha opinião, é claro!) tudo se acaba. Segundo lugar. O primeiro dos últimos. Huahuahuahuahuahuahuahuahuahuahuahua
Felizmente foi a única coisa de carnaval que assisti, e me diverti muito fazendo-o.

Aliás, deixem-me comentar meu recesso de carnaval.
A televisão foi sabiamente trocada pelo monitor do computador, permitindo assim que atualizássemos (me & family) nosso repertório de filmes baixados da internet.
Hitman - O Assassino 47. Ótimo. Dá vontade de beijar o ator principal de tão insensível que ele é.
Eu Sou a Lenda. Assisti algumas partes que me lembraram Resident Evil, piorado, lógico.
O Caçador de Pipas. É bem óbvio que sempre vou dizer que o livro é melhor, mas tenho que admitir que o filme está muito acima da média de filmes baseados em livros, ainda mais os dramáticos, que não permitem aquela parafernália de efeitos especiais e que, obrigatoriamente, tem que tocar nossos coraçõezinhos. Não cheguei a chorar (no livro quase me acabei em lágrimas), mas que está bom, está. Clap clap clap.
The Nines. Senhor! O que é aquilo? A mistura mal-sucedida de Efeito Borboleta (que eu não gostei!) com o "não tente me entender" de Closer. Aliás, meio mundo detestou Closer, mas eu gostei. É bom quando alguma coisa foge ao padrão "e foram felizes para sempre". Mas voltando ao The Nines... Fiquei absurdamente triste por me dar conta que não sou um 9. Devo estar na fase de transição entre um 5 e um 7. Mas se a evolução existe, quero chegar a um 8 e passar minha longa vida comendo bambus e eucaliptos. E se quiser entender tanta baboseira, assista a *porcaria* do filme. Mas teve uma única frase realmente marcante nessa *porcaria* de filme. Mais ou menos assim: É disso que a vida precisava. De um botão de reset.
Como sempre, não vou ficar aqui filosofando sobre o assunto. Cada um sabe exatamente o momento da vida em que gostaria de apertar o reset. Por n motivos queria pelo menos um botão delete agora. Mas também não vou listar os n motivos porque não interessam a ninguém.
Continuando...
Também aproveitei o longo recesso para lavar toda e qualquer roupa que estivesse suja. E descobri que estou desenvolvendo algum tipo de neurose quanto às roupas brancas, visto que não permito a elas o direito de ficarem encardidas.
Infelizmente, quando adquiri minha amiga máquina de lavar, meu espírito dona-de-casa ainda não estava totalmente desenvolvido - e me pergunto se algum dia estará - e não tive a feliz idéia de adquirir uma máquina que tivesse aquele dispositivo para água quente. Sendo assim, sempre que coloco as roupas brancas de molho, tenho o *maravilhoso* trabalho de pegar água quentinha do chuveiro e levá-la até o tanque. Mas tudo pelo "Ah! se (ACE) todo branco fosse assim!".
No domingo à noite fomos à casa da tia pra jogar e comer. Comer é a parte mais óbvia quando digo que vamos à casa da tia. Jogar é só a desculpa para comer. Joguei bisteca e pingue-pongue (descobri que minha mão esquerda superou a direita na arte de pegar na raquete) e arrisquei na sinuca. Com muita sorte, ganhei uma partida. Mas foi com MUITA sorte mesmo, porque sou péssima nesse jogo. Mas vou aprender...

E para acabar com esse diário inútil, desejo a todos um 2008 de muitas alegrias e, principalmente, de muito trabalho, pois todos já devem estar cansados de não fazer nada!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Ócio Criativo - O Retorno


Sábado, 02/02/2008, nada para fazer.
19:48h.Vamos ao shopping? Vamos.
Lojas Americanas. Máscaras e mais máscaras. Will compra essa belezura aí de cima.
Will, Nay, Diego e eu tiramos 2 ou 1. 2 ou 1 de novo com os 3 restantes. Agora Nay e Will no par ou ímpar. O Will perdeu!!!! Castigo? Andar pelo shopping com tão bela máscara e ir assim até em casa, lógico.
Muitos olhares e risadinhas, mas é bom deixar os outros felizes né?

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

O melhor da semana...

... é que ela está acabando! Uhuuuuuuuuuu!!! Sexta-feira pessoal! Carnaval. (Que *droga*!). Mas pelo menos é recesso!
Tá. Não era sobre isso que eu queria falar. Eu queria falar sobre a coisa mais singela (palavrinha estranha) que me aconteceu essa semana.
Como todos já sabem, trabalho numa escola de música. Sou secretina aqui. A cada 15 dias, às quintas e sextas, recebemos a visita de nosso amigo Natanael, afinador de nossos pianos. O cara é ótimo. Recomendo.
Após um longo inverno (força de expressão visto que estamos em pleno verão), eis que Natanel está de volta.
Ontem não vim direto pro trabalho pois tinha uma reunião logo cedo. Cheguei à minha sala por volta das 10 horas e tive a grata surpresa de encontrar o Nata. Nos abraçamos e ele falou a frase mais doce da semana: "Você não imagina o medo que eu estava de chegar aqui e não te encontrar!". Aí eu perguntei por que, ao que ele respondeu: "Porque isso aqui não teria graça sem as suas tiradas". Isso não foi lindo? É que ele sabia que eu ia participar de uma entrevista de emprego, então havia a possibilidade dele voltar de férias e eu não estar mais aqui.
Mas o que achei mais legal é que eu não reparo o quanto algumas pessoas gostam de mim e qual o motivo, e ontem consegui identificar exatamente o que em mim deixa o Nata feliz. Ele passou o dia dando risada quando me pegava falando alguma bobeira do tipo "Ai que bom que esse sistema não funciona" ou "Ainda bem que ninguém me atende né?", e que pra mim são coisas totalmente normais. Não que eu seja normal, longe disso! Mas adorei saber que alguém aprecia minha frases desconexas, contraditórias e totalmente non sense.
Então hoje o Oscar vai pro Nata, por ser "O" afinador de pianos e pra mim, que eu também mereço né?

...........................................................................................................

Quero aproveitar este blog, que beira a inutilidade, para relembrá-los de duas regrinhas básicas para este Carnaval:
> Se beber não dirija, se dirigir não beba!
> Use camisinha! (Por motivos desconhecidos à maioria das pessoas que lêem este blog, essa foi a lição da semana. Não me perguntem o motivo pois a história não é minha e não estou autorizada a divulgá-la, mas se você não quer ter filhinhos antes da hora ou contrair uma DST, acho bom seguirem meu conselho!)

by TemplatesForYou-TFY
SoSuechtig, Burajiru
Distributed by Free Blogger Templates