Meu dia de-fi-ni-ti-va-men-te merece um post. É bem óbvio que uma semana dessas merecia terminar numa sexta-feira assim. Desse jeito.
Acordei - nem um pouco feliz e contente porque eu continuava com muito sono - tomei banho, passei minha roupa, me vesti, tomei um iogurte, escovei os dentes e fui trabalhar.
Dia corrido, várias coisinhas chatas para resolver e eu só estava feliz porque às sextas (teoricamente) trabalho só até meio-dia. Mas o meio-dia se transformou em uma e meia e foi a essa hora que me mandei.
Antes de ir pra casa, passei no mercado pra uma comprinha das coisas pro fim de semana - queijos, chocolate, iogurte, pão e claro: catchup Heinz! - e me dirigi ao caixa. As mercadorias vão passando e o código do catchup "no ecziste", aí ele fica por último. A mocinha tentou um monte de vezes e, vendo que não teria suscesso, vira e fala: "Ai moça, não vai dar pra levar o catchup". Quê? Tá louca é? É claro que o pingo de educação que me resta não deixou que meus pensamentos se transformassem em palavras. Então, com cara de gente educadinha, respondi: "Vai sim. Ele tava na prateleira, com preço e tudo, então eu vou comprar". Não sei o que as pessoas pensam quando falo desse jeito. Só sei que as coisas acontecem. E aí ela chamou uma outra mulher que a fez DIGITAR o código do produto e, milagrosamente, pude comprá-lo. Tudo tão simples...
Tá.
Fui pra casa e comecei a rotina de limpeza de sexta-feira. Limpei as mesas da cozinha, limpei o chão da cozinha e recebi uma ligação. Josi. Adivinhem pra quê? Pra me convidar para um daqueles programas interessantíssimos que só ela tem. Médico. Tá bom, eu vou. O melhor é que dessa vez ela parecia saber onde era a tal consulta.
Fui ao encontro de Josi e me sentei num banquinho para esperá-la. Eis que, de repente, surge do além uma senhora e, em tom ameaçador, pergunta: "Quer comprar uma trufa?". Respondo: "Não, obrigada". Mas ela insiste: "Minhas trufas estão muito gostosas". E eu com isso? Já não falei que não quero?. Mas respondo: "É que meu estômago não está muito legal hoje. Obrigada.". E ela retruca: "Mas se comer chocolate melhora". Anham. Agora a senhora faz chocolates homeopáticos também. Mas eu falo: "Que nada. Preciso é comer maçã pra ver se melhora". E ela tinha que falar: "Maçã é que dá azia". É lógico que dá azia. Na senhora, que só fica aí comendo essa porcaria de chocolate. Falei mais um "hoje não obrigada" e cortei a conversa antes que eu fosse obrigada a arremessar aquelas trufas bem longe.
Eis que surge a Josi para me salvar!
Lá fomos nós pro Centro Médico Carlos Gomes, ao lado do shoppping Boa Vista, ou Boavista, sei lá, lá em Santo Amaro. Trânsito ruinzinho mas chegamos lá pelas 17:05h, sendo que a consulta era às 17h. Aí a Josi pergunta umas coisas na recepção e "descobre" que, na verdade, ela deveria ter ido ao Centro Médico da Mulher, na Washington Luís. Justamente quando ela sabe como chegar aos dois lugares, é claro que ela vai pro errado!
Já que não conseguiríamos chegar mesmo no outro lugar, fomos dar uma voltinha no shopping. Massssssss... eu tinha que chegar em casa antes do sol se pôr pra fazer um pedido da Avon pra minha *querida* irmã que deixou pro último dia e pra pessoa errada. Andamos pelo shopping e, fatalmente, fomos parar numa livraria. Quando nos demos conta, 18:22h. Nos mandamos, mas o trânsito nesse horário é triste.
Mas como a Josi é pilotA (isso existe?) de fuga, botei os pés em casa às 19:28h. Corre pra cá e pra lá, procura papel com o código da Nay e? TCHANANANAMMMM... Consegui fazer o pedido!!!
Depois de hoje, e dessa semana, só quero um pouquinho de paz.
Pára tudo!
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Pára tudo!
Postado por Kell às 03:03
De onde isso saiu: Aconteceu, Amor de Família
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