terça-feira, 27 de maio de 2008

Em 5 episódios

Primeiro:

Pra quem estava esperando notícias da festa (Ylana, você tá aí?), aí vão elas!!!
(Perceberam que alterei o tamanho da fonte?)
A festa foi ótima, muita comida, mas muita comida mesmo, com direito a bolo brigadeiro, bolo beijinho e muito sorvete! E viva o regime da segunda-feira!
Fomos prestigiados pela presença de amigos e parentes queridíssimos, nossos vizinhos foram solidários providenciando mesa, cadeiras pra que pudéssemos receber o povo.
Tudo maravilhoso, como dona Édina merece!
Nenhum acontecimento bizarro pra melhorar essa história. Mas como esse ainda é o primeiro de 4 episódios, ainda temos chance de rir.

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Segundo:

Ontem fui ao cinema com o Chu pra ver Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. O ponto alto da noite foi minha brilhante idéia de entrar numa outra sala, no meio de um outro filme, e dar um grito. O Chu adorou a idéia mas não se prontificou a executá-la. Eu mesma tive que fazer isso. Entrei numa sala que nem sei que filme passava, desatei a rir enquanto o Chu sinalizava se eu podia gritar. Tomei coragem, soltei um "Nãããããããããoooooooooo" e saímos dando risada.
Nos dirigimos à sala 3 do Cinemark do Shopping SP Market com nossa pipoca e sucos de laranja, nos acomodamos e o filme começou. Depois de alguns (muitos) goles de suco, a vontade de ir ao banheiro e de reclamar porque a sala esta muito gelada me fizeram sair no meio de uma cena aparentemente importante. Fui mesmo assim. Falei pra uma moça que a sala estava muito gelada e ela (teoricamente) pediu que o cara da projeção desligasse o ar.
Voltei pra sala imaginando que conseguiria ver o filme sem ter que sentar sobre meus pés. Doce ilusão. 10 minutos depois tudo gelado novamente. O Indiana lá, suando, e eu morrendo de frio. E mais um monte de gente encolhida pelas cadeiras do cinema. Saí de novo, agora bem nervosa, tive que ir até a recepção do cinema e pedi, não muito educadamente, que a temperatura fosse regulada. Acreditei que dessa vez seria atendida, mas tive que assistir o filme no frio mesmo.
Pra completar, estou tentando mandar uma reclamação pelo site do Cinemark (porque não tem telefone pra contato) e digitei toda essa lenga lenga e no final ainda dá erro. Pensa se não estou muito brava...
Sobre o filme... bem... uma *droga*! Minha opinião e do Chu também. Ou talvez minhas expectativas estivessem muito além da capacidade do George Lucas e do Spielberg. Ou o Spielberg resolveu aproveitar alguma coisa de E.T. - O Extraterrestre, e deu no que deu. Ou então eu não entendo nada de filme bom e fico aqui detonando o filme. Sei lá. A história é uma viagem completa. Nem me irritam as cenas de tiroteio, aquelas em que todos os 50 caras + Cate Blanchett atiram contra o Indiana mas ele, com seu chicote poderosérrimo acaba com todos. Isso já era de se esperar né. Mas a história do filme é bem do além. Uma versão (ridícula) da história da Área 51.

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Terceiro:

Já comentei por aqui que sou secretária numa escola de música. E essa escola de música fica dentro de um Centro Universitário, mas também tem Ensino Básico e Fundamental (nem vou citar o nome do lugar porque não ganho nada pra fazer propaganda!).
Existem aqui uns retardados - pra não ter que escrever palavrão por aqui - do Ensino Médio que acham que aqui é casa da mão Joana. Os infelizes de vez em quando (uma vez por semana, por aí) despencam aqui com suas parafernálias - baixos, guitarras, teclado, caixa amplificada - se enfiam em alguma sala e começam a tocar.
Já falei pra eles umas trocentas vezes que o negócio não é assim bagunçado, mas pelo jeito eles não entenderam a mensagem. Já que eles não são alunos da escola de música, pedi que, quando quisessem ensaiar, que viessem falar comigo pra vermos um horário e uma sala, de forma que eles não atrapalhassem os outros professores com a barulheira.
Pois hoje de manhã eis que uma professora me procura e reclama que tinha uma molecada na sala em que ela deveria dar aulas e que estavam atrapalhando, visto que, devido à invasão, ela foi pra sala ao lado.
Levantei de minha cadeira "daquele jeito" e fui à tal sala. Quando chego lá, quem eram? Lóóóóóóóóógico... os retardados do Ensino Médio. Uns 8 retardados desafinados achando que sabem fazer música.
Fiquei louca! Abri a porta com tudo e já fui mandando sair. Um dos retardados, o que menos me leva a sério, virou pro lado e ficou rindo de mim. Fiquei mais louca ainda, até queria dar risada também, mas aproveitei o momento pra esculachar mesmo. falei coisas do tipo "SAINDO AGORA! TODO MUNDO!", "Não quero vocês aqui nunca mais", "Pensei que eu não estava lidando com crianças, mas pelo jeito...", "Vão encher o saco em outro lugar", e ainda chamei um dos monitores da manhã e falei bem assim: "Memoriza o rosto de cada um desses porque eu não quero eles aqui NUNCA MAIS. Se eles colocarem o pé aqui dentro, pode colocar pra fora. E se não saírem, pode me chamar que eu faço sair". E não saí da porta enquanto todos não estavam lá fora.
E olha que fui muito legal! Eu já deveria ter surtado antes já que eles não tem educação mesmo, mas tentei ser compreensiva. Já fui adolescente também, mas penso que não fui assim tão chata. Mas hoje não deu mesmo. Cansei de ser boazinha com adolescente que se acha rebelde desobedecendo a secretária da escola de música. Grande droga!

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Quarto:

Josi, Nay e eu fomos ao shopping pegar um lanche no Mc e tínhamos que voltar correndo, por causa da Josi.
Compramos as bobeiras e fomos pro carro. Assim que a Josi deu ré, o copo de guaraná da Nay se jogou no chão e lavou o carro. Uma belezinha!
O que eu aprendi com o ocorrido: Nunca compre refrigerante pequeno no Mc se for pra viagem. Ele não fixa naquele suporte como o refrigerante médio e pode causar estragos no carro alheio.

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Quinto:

Acabo de abrir minha caixa de e-mails e me deparo com um email de "duda" tendo como assunto "Nossas fotos no Motel, TE AMO".
Meeeeeuuuuuuu!!! Esse povo que fica distribuindo vírus por aí tem cabeça fraca mesmo. Quantas pessoas nesse web world vão pro motel com "duda" hein? E quem vai pro motel pra ficar tirando foto? Tá pedindo mesmo pra ir parar em algum site. Aí você termina com o/a "duda" e ele/ela, por vingança, sai distribuindo as fotos.
Então, aos idiotas que não sei porque cargas d´água querem descobrir minha senha, ou sei lá o quê, tratem de usar disfarces melhores. Se mandar um e-mail com um link pra uma promoção FAN-TÁS-TI-CA de artigos pra scrapbook, nesse eu caio.

Me fui.

domingo, 25 de maio de 2008

Dia de Fúria

Hoje promete ser um dia daqueles.
Meus pais estão aqui desde quarta à noite e hoje será o churrasco em comemoração ao aniversário de 50 anos da minha mãe. O aniversário mesmo é amanhã, mas hoje é domingo e domingo é que é dia de festa.
Mas tudo começou ontem mesmo. À tarde, já apareceram aqui em casa minha tia e o neto dela, que tem uns 5 anos. Essa minha tia é o bom humor em pessoa. O ruim é que hoje, às 7h fui acordada pela senhora minha mãe, e a essa hora meu humor é terrível. Aliás, depois das 22h e antes das 8h é melhor nem falar comigo.
Pois bem. Acordei, e já que a briga por banheiros é grande, fui direto tomar café da manhã. Nisso minha tia sai do banho e já começa a "assuntar". "Nada como um banho logo pela manhã". Ai céus. Eu e minhas respostas monossilábicas ou apenas algum grunhido. Eu não tenho o que falar a essa hora da manhã, gente! Não tenho opinião sobre nada, não quero falar, sequer ouvir! Eu quero é um banho pra ver se acordo!
Tomei café e fui passar uma roupa. Na sala. Aí o neto dela tava lá, e não tem coisa mais chata do que criança fazendo gracinha pra chamar a atenção. Simplesmente ignorei. Então, estava eu passando a roupa, o menino vira e fala: "Leva [a mamadeira] pra pia pra mim, por favor?". Não pensei duas vezes pra responder: "Não. Leva você. Você não tem pernas não?". O moleque ficou emburrado, sentou no sofá e eu acreditei que ele ia correndo contar tudo pra vó dele. Aí eu certamente levaria uma bronca gostosa da minha mãe e nosso dia de festa estaria acabado. Felizmente não foi o que aconteceu. O menino resmungou alguma coisa que eu fiz questão de não entender e levou a mamadeira. Minha mãe perguntou o que havia acontencido, contei a história e ela deu risada.
E assim todos viveram felizes para sempre.
Mas o dia está apenas começando, então imagino que terei outras boas histórias pra contar assim que a festa acabar. Não sei se terei forças pra isso, mas prometo relatar "os piores momentos do dia", porque os "melhores" geralmente não têm a mínima graça.

Só pra constar: Na sexta-feira estávamos todos envolvidos com a arrumação da casa. Estava eu na rampa da garagem lavando meus pés e meu irmão pediu que eu lavasse os dele. É lógico que não perdi a oportunidade de molhar também a bermuda dele! Mas aí tive que entregar a mangueira pra ele pois minha mãe me chamava, e pensei que ele se vingaria. Fui sair correndo na rampa, meu chinelo ficou e eu caí de frente. Resumo da ópera: joelho direito esfolado! That´s me!

terça-feira, 20 de maio de 2008

Recado

Pessoas sábias falam sobre idéias;
Pessoas comuns falam sobre coisas;
Pessoas medíocres falam sobre pessoas.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Mulher-cogumelo

Eu adoro cortar (na verdade, que cortem) meu cabelo. A-DO-RO!!! E pra quem me conhece ou pelo menos já viu foto minha, fica bem claro que meu cabelo está bem longe do liso. É um cacheado bem cacheado.
E pra quem me conhece de verdade, não adianta vir com história de fazer escova, passar chapinha, que comigo isso não rola. Té parece que me tornarei vítima dos (maus) humores do tempo, principalmente neste lugar chamado São Paulo. Tô fora!
Mas tem mais: adoro meu cabelo acima dos ombros. Daquele jeito que, depois que seca, fica cheio de cachos e fazendo um volume na cabeça. Defino isso como cabelo-poodle.
Mas desde o ano passado tô ouvindo: deixa o cabelo crescer, deixa o cabelo crescer. E eu, retardada, passei a ir ao cabeleireiro pra "cortar as pontinhas". Meuuuuuuu... que saco! Saía do cabeleireiro como se não tivesse feito nada.
Semana passada venceu o prazo do corte do cabelo aí marquei pra hoje de manhã. 10 da manhã. Uhuuuuuu.
Cheguei 5 minutos antes do horário, doida pra dar um jeito na juba e disposta a falar: tira uns 5 dedos. Aí pensei, pensei, e falei: tira as pontas, mas corta um pouco mais na frente. Quando o Willian, o cabeleireiro (RECOMENDADÍSSIMO!!!), estava terminando o corte, virei e falei: Ai Willian... não sei se você ia fazer isso depois, mas corta a parte de trás assim e assado. É claro que ele fez! E assim, sem querer querendo, o cabelo ficou no exato comprimento que eu queria! Saí de lá tão feliz, mas tão feliz que nem eu acreditei! Sensação maravilhosa de banho depois de um dia na 25 de Março com toda aquela sujeira e poluição que fica impregnada até na alma do sujeito.
Quer saber,adoro o Chu cantando: Gosto muito de te ver, leãozinho / Caminhando sob o sol / Gosto muito de você, leãozinho...
Mas a última que ele inventou foi a mulher-cogumelo. Já que tá na moda mesmo - mulher samambaia, mulher melancia - por que não uma mulher-cogumelo? Há há. Engraçadinho.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Raiva de mim

Eu odeio, ODEIO DE MORTE, livros maltratados. Pode grifar, pode escrever ( com traço retinho e com letra bonita), mas não use clips pra marcar a página, não dobre a folha, não use aquela aba do livro pra marcar a página porque o livro fica torto, não deixe objetos pontudos em cima dos livros e, quando eles não estiverem mais sendo lidos, guarde-os em alguma lugar livre de sujeira. Uma caixa fechada, por exemplo.
Morro de ciúmes dos meus livros, mas acredito que eles não teriam razão de ser se não pudessem ser compartilhados. Sendo assim, existe um grupo seleto de pessoas (Josi, Thabata...) para o qual não tenho o menor receio de emprestá-los.
Apesar que... esses dias fui à casa da Josi e descobri que ela estava marcando a página de "O Caçador de Pipas" com a aba...
Tá.
Mas o que eu realmente queria dizer é que um dia desses saí á procura de "Carta a D. - Uma História de Amor" de André Gorz e "Amor em Minúscula" de Francesc Miralles pela internet, pra conseguir um preço melhor. O primeiro já estava querendo há um tempinho, mas como ainda estou com uma pilha de livros não lidos, não havia comprado. O segundo vi esses dias numa livraria, gostei da capa (será que repetirei o mesmo erro de "Bondade"?), dei uma lida nas abas do livro e espero ter uma boa surpresa. "Carta a D." eu já sinto que vou gostar.
O fato é que comprei pela Saraiva.com.br e hoje fui buscar a encomenda no Correio da empresa. Feliz da vida abri a embalagem e lá estavam, lindos e sorridentes, os dois livros. "Carta a D." veio embalado individualmente, naquelas embalagens à vácuo e peguei uma tesoura pra abrir.
Cortei um pedaço e tentei rasgar a embalagem. Consegui, mas também, tive a infelicidade de ver a embalagem enroscar na aba do livro e fazer um rasgo de uns 3 centímetros.
Ai que raiva!
Até que fiz um remendo simpático com durex, mas minha vontade é de entrar no site e comprar outro.
Gente... o livro é lindo! Vem fechado como um envelope, coisa mais meiga! A cor e a textura da capa são maravilhosas! E eu faço isso com o coitadinho... Não consigo me conformar!
Hoje estou me odiando... mas vai passar!

terça-feira, 13 de maio de 2008

Quem ri por último...

Quinta-feira passada a Josi levou sua turma pro parquinho, como todo santo dia. Ela escorregou numa escada lá no parque e bateu o *bumbum* (não vou escrever bunda porque minha mãe não gosta) na escada. Na sexta ela estava super dolorida. Tadinha.
Na sexta à noite ela conversava com a Nay no msn e falou que estava dolorida, ao que a Nay perguntou o motivo. Ela falou que eu já sabia e que era pra eu contar. Nisso o Will falou que era por causa da hemorróida, e essa foi nossa linda história por todo o fim de semana. Se falávamos pelo telefone com a Josi, perguntávamos se ela estava melhor da hemorróida. Fomos à casa dela e perguntamos se ela tinha melhorado. Risadas e mais risadas por conta desse episódio.
Ontem saí com o Chu pra comprar umas coisinhas. Quando voltamos pra casa, fui tomar meu banho pra dormir. Esqueci de colocar um tapete no banheiro, já que eu os tinha lavado ontem mesmo. Quando fui sair do chuveiro, coloquei meu pé no chão e não deu outra: escorreguei, caí de *bumbum* no chão e depois ainda deitei no chão porque estava escorregadio.
Como eu não sabia exatamente a dimensão do estrago, fiquei lá deitada no chão, naquele frio, e a primeira coisa que me veio à cabeça foi a Josi. Para quebrar o momento de meditação, ouço a Nay perguntar do quarto: Kell? Tá tudo bem aí? Em seguida veio o Chu com a mesma pergunta, já querendo invadir o banheiro pra me salvar de mim mesma. Porque é assim: eu me jogo. Adoro cair. Então alguém tem que me proteger de mim mesma.
Consegui me levantar e ,mesmo com dor, eu dava risada! E acho que eu só dava risada porque ninguém tinha visto eu cair, porque toda vez que caio e alguém vê, desato a chorar. Aí a pessoa fica com dó e nem dá risada, sai correndo pra ajudar. Com dificuldade me sequei e me vesti, saí bela e triunfante pra dormir. Aí é que tudo começou a doer. Pra me virar no meio da noite era uma coisa bem demorada e dolorida.
Mas acabei dormindo.
Acordei atrasada porque nem me lembrei de colocar o celular pra despertar e descobri que as dores tinham se multiplicado durante o sono. Nem podia andar rebolando porque tudo doía. Então tenho que andar igual a um robô, o que não resolve por completo meu problema. E pra ajudar, nenhum posição é favorável. As menos desconfortáveis, como deitada de lado, depois de 5 minutos se tornam incômodas. E estar aqui sentada escrevendo isso já está ficando insuportável.
Então, antes que eu não consiga mais me mover, vou dar o fora daqui, deitar um pouquinho e talvez tomar coragem pra ir trabalhar.
MORAL DA HISTÓRIA: Quem ri por último ri melhor. E ri de você.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Saudade.

Mais um Dia das Mães longe da dona Édina. Assim não dá. Mas a gente sobrevive.
Nay, Will e eu fomos afogar as mágoas na Pizza Hut, com aqueles Breadsticks delícias e com uma pizza gigante: meia margherita meia frango com requeijão. Dispenso a metade de frango com requeijão.
No lugar da mamis, tivemos a companhia de um cachorro, aqueles de pelúcia que ficam sentadinhos às mesas da Pizza Hut. Coisa fofa. Tiramos várias fotos dele comendo conosco e assim que Nay baixar as fotos, posto aqui.
Saímos de lá e começou a me dar uma vonta de fazer xixi. Resolvemos dar uma passadinha no shopping pra comprar um presente pra minha tia, que muitas vezes é nossa mãe, e eu nem esperei o Will estacionar e já saí correndo pra ir ao banheiro. A Nay me acompanhou pois também estava apertada.
Chegamos ao banheiro e nos deparamos com uma fila imeeeennnnnsaaaaa! Não pensei duas vezes: fui pro banheiro de cadeirantes! Bastante desconfortável para pessoas fora destes padrões, mas eu precisava muito.
Presente comprado, fomos pra casa da tia. Lareira acesa, risadas, trabalho da faculdade da Sharli, bolinho de chuva, chá, guaraná, torradas, risadas, glitter por todo lado, inclusive no cabelo do Will... Foi bem gostoso passar esse tempo lá. É sempre bom relembrar a sensação de família.
Mas... apesar de tudo... seria muito melhor estar com a mamis hoje.
Dia 21 está chegando. Mataremos a saudade. Mas ela sempre volta.

domingo, 11 de maio de 2008

Só uma coisa:

EU QUERO A MINHA MÃE!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Porque eu não sou vendedora

Hoje a Josi me chamou pra mais um programa de índio: ir ao Shopping Jardim Sul com a Fernanda porque ela tinha que comprar um óculos.
Fui.
Chegando lá e enquanto elas iam a uma das óticas, fui à Kopenhagen tomar um capuccino. Ponto alto do dia!
Encontrei-as numa ótica, fomos a uma outra, Josi e eu subimos à praça de alimentação pra comer um risole, encontramos a Fernanda e a Claudinha e descobrimos que a Fernanda gostou de umas armações da 1ª ótica.
Lá fomos nós.
As duas atendentes foram super simpáticas. A que estava atendendo a Fernanda até lavou o óculos da Josi e falou pra Josi passar lá outro dia pra ajustar o óculos. Querida.
Eis que estávamos lá ajudando a Fernanda a escolher o óculos, entra um senhor bastante distinto e pergunta à outra atendente: Você tem lentes de contato? Ao que ela aponta para umas prateleiras onde estava várias caixinhas de lentes. Aí, o senhor solta a pérola: Nossa! Você não tem nada de lentes!
Meeeeeeeuuuuuuuuuuuu... Amigo, é o seguinte: aqui nesse shopping tem mais, pelo menos, outras duas óticas. Se aqui não tiver A QUE O SENHOR DESEJA, por favor dirija-se a qualquer outra.
Pra piorar, o senhor ficou falando mal de uma das marcas de lentes (acho que a Acuvue), sendo que a moça não tinha nada com isso.
Ainda bem que a tal atendente era muito educada. Se fosse eu, naquele horário - umas 20h - já tinha me dado meus 5 minutos de loucura diários e ele seria a vítima. E meu emprego também, claro.
Mais uma vez a maldita arrogância. Só porque o cara COM CERTEZA era rico, aliás aquele shopping é muito frequentado por seres abonados, ele acreditava ter o direito de falar daquele jeito. Não, não tem.
E é por isso que eu não sou vendedora.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Prazos

Gosto de cumprir prazos. Sendo assim, gosto que me respeitem e que os outros cumpram prazos também, desde que estes me afetem, é lógico.
Quinta passada, feriado, nada pra fazer, resolvi comprar um jogo de panelas pela internet. Já havia pesquisado preços então logo encontrei um da Tramontina, num sitezinho desses que vendem tudo, até a mãe, 10 X sem juros, sem frete, com um conjunto de facas de brinde, tá, comprei.
O dito site é tão ruim que disse que meu pedido não poderia ser concluído porque faltava algo no estoque. E depois manda o tal e-mail confirmando o pedido que no site informaram que não podia ser feito. Vai entender!
E no tal e-mail, informavam que a data de entrega seria hoje, entre as 8h e 20h. E que deveria haver alguém no endereço.
De manhã não havia ninguém no endereço visto que todos os 3 habitantes desta casa,exceto cachorros e gatos que não servem nem pra atender alguém, são pessoas ocupadas e não poderiam estar aqui. Mas aí eu deixei um bilhete bem grande, escrito com canetão rosa (ou seja: não poderia ser ignorado) no portão pedindo que, caso aparecessem pra entregar as coisinhas, que POR FAVOR deixassem na casa em frente. E tudo já estava devidamente combinado cm a dona Maria, que estaria em casa.
À tarde, a Nay chegou em casa, verificou que nada havia sido entregue na casa da dona Maria, tirou o bilhete e aguardou.
Por volta das 17h liguei no SAC da loja pra confirmar a entrega e falaram que até as 20h entregariam
A Nay me ligou lá pelas 17h50 dizendo que precisava sair, que ninguém havia aparecido, que ia deixar o bilhete lá novamente mas que parecia não ter ninguém na casa da dona Maria e que então eu deveria correr pra casa pra receber os negócios. Vim correndo, tirei a porcaria do bilhete, esperei, esperei, esperei, às 19h33 liguei lá de novo e disseram: está com a transportadora e ela entregará até as 20h.
Neste exato momento já são 19h56, nem sinal de panela nenhuma e vou lá ligar novamente.

***

22h26

Todos os palavrões juntos e unidos contra a Casa&Video, a porcaria da loja virtual onde comprei as panelas. Nunca, jamais compre nessa droga. Eles te enganam. Mandam um e-mail dizendo que vão te entregar suas compras num determinado dia mas esse dia é mais virtual que o site. É profético, isso sim.
Liguei lá naquela *droga*, falei com um atendente que só sabia dizer que não tinha como fazer mais nada. Aí pedi mil vezes pra falar com o supervisor. Ele passou pro "supervisor", mas como o supervisor no ecziste o telefone ficou mudo. Ou, vai saber, o supervisor era mudo mesmo e, consequentemente, não pôde me atender.
Mas eu sou brasileira e não desisto nunca! Liguei de novo. Aí falei com uma atendente e pedi pra transferir pro supervisor. Mas pra eu falar com o supervisor, tive que repetir a minha saga pela 2847ª vez e ela tentou me convencer a não falar com o supervisor com o seguinte argumento: ele vai te falar a mesma *coisa*. Mas aí eu falei que estava pagando e que queria falar com ele do mesmo jeito. Finalmente consegui falar com um tal de Uanderson.
Meeeeeuuuuuuuu... imagine a cena: o pai vai ao cartório registrar o nascimento de seu filho "O Anderson", após um feriado de carnaval. O escrivão, totalmente de ressaca, pergunta o nome do pequeno ser e o pai responde: este é "O Anderson". Aí o escrivão, que por causa da bebida tem sua audição afetadíssima, digita: Uanderson.
Céus trovejantes.
30 anos depois você compra um jogo de panelas num site reba (leia-se http://www.casaevideo.com.br/), liga pra reclamar e se depara com essa bizarrice.
Bom... falei com o Uanderson, reclamei, reclamei, ele falava que a transportadora isso e aquilo e eu só respondia: eu não tenho culpa! Só recebi uma *porcaria* de e-mail dizendo que me entregariam as panelas HOJE, garanti que teria alguém pra receber a mercadoria e ainda tenho que ouvir o Uanderson tentando me convencer de que Casa&Video não podia fazer nada. E eu lá tenho culpa da péssima logística do negócio?
Enfim... falei que é bom eles entregarem isso amanhã senão vou ter outros chiliques, vou ligar lá e ler um daqueles livros "O Cliente Sempre Tem Razão", exigir falar com o presidente intergaláctico dessa *porcaria* e só vou sossegar quando me mandarem quilos de brindes como retratação.
Tenho dito.

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SoSuechtig, Burajiru
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