quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

"Bondade"

Terça-feira, 15/02/2008. Entro na livraria Saraiva de um shopping qualquer. Preciso de um livro. Ando, ando, folheio. Dou uma lidinha. Montanhas de livros. No meio de uma "ilha" de livros, imagino agora que todos estavam encalhados, uma capa me chama a atenção. Duas mãos abertas e a palavra Bondade, título do livro. Preço? R$ 39,00. Autora? Carol Shields (você já ouviu falar dela? Não, nem eu.). Crédito ou débito? Crédito.
Comprei o tal livro e saí feliz da vida. A história parecia ser bem interessante. Parecia. 20 páginas e já não gosto mais do livro. Mas eu tenho que ler até o final. Não consigo ler o último capítulo assim. Ainda achei que o final valeria todas as 260 páginas ruins. Mas me enganei. Duas longas semanas lendo o tal livro.
Não vou fazer a resenha do livro pra não fazer este post virar uma bela *porcaria*.
A Carol Shields passa metade do livro com um discurso feminista pior do que queimar sutiã em praça pública, com os piores argumentos possíveis e eu tive que ler. 269 páginas de tortura. Ela chega a criticar uma pessoa, cujos autores preferidos eram homens. Até aí tudo bem. Mas depois de ler o livro dessa inútil, parei pra pensar. Fiz uma busca mental de todos os livros que li e amei e não me surpreendeu o fato de terem sido escritos por homens. O livro "Bondade" poderia ter mudado minha lista, mas Carol Shields perdeu sua "grande oportunidade".

Sorte do dia: Se um dia você se deparar com um livro de capa bonita e de autor(a) desconhecido(a), não o compre. Provavelmente o conteúdo será lastimável.

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