Mais um sábado em minha vida no qual, teoricamente, eu deveria ir à igreja, mas minha prima Ylana, lá do Goiás, só aparece aqui aos sábados. Ok. Seja bem-vinda Ylana.
Fomos, Will e eu, pegar dona Ylana e seu ex-futuro-namorado JJ no aeroporto. JJ doesn´t speak portuguese, mas como meu inglês tá pior que qualquer coisa, Ylana tentou traduzir tudo, mas se encheu e ele que se dane. Quem mandou ser australiano, morar no United States of America e nunca ter tido a fantástica idéia de fazer um curso de português? Só porque em todo santo lugar tem alguém que fala inglês esse povo se sente no direito de acreditar que temos a obrigação de nos comunicar com eles e na língua nativa dos mesmos, mas eu tô nem aí. Eita que revolta!
Comemos pizza porque é óbvio que em São Paulo se come pizza e fomos andar pela Av. Paulista. Passamos pelo Parque Trianon, que está menos hostil e acho que mataram os hippies daquele lugar. Algo meio sinistro pois penso num Hitler acabando com os hippies. Aquele lugar era habitado por hippies, mas dessa vez nos deparamos com uns EMOs, o que é bem pior. Eu acho. E me lembrei daquele vídeo do youtube, Confissões de um EMO. Clique ali. E me lembrei do Dheuller imitando o cara do referido vídeo. Huahuahuahuahuahua. Eu sei que pra vocês não tem graça, mas isso não importa.
Depois do Trianon, fomos ao MASP. Não roubamos nenhum quadro, só pra reforçar. Ficamos sentadinhos naqueles banquinhos depois do vão livre, fotografando, conversando, rindo e vendo um casal homossexual - aparentemente homens, mas vai saber - dando vááááários beijos. Coisa de louco! Em São Paulo, tudo pode. Viva Marta Suplicy!
Estávamos lá conversando quando apareceu um rapaz para nos apresentar seu produto. Caixinhas bonitinhas feitas com aqueles postais de restaurante. É lógico que compramos e o fizemos confeccionar as tais caixinhas na nossa frente, acreditando que aprenderíamos a arte milenar de fazer caixinhas, mas não dá pra entender nada de onde ele dobra, encaixa, corta, lambe (isso ele não faz, mas me deu vontade de inventar alguma coisa). Mas as caixinhas são uma graça. Depois vou até postar uma foto delas.
Enquanto ele fazia as caixinhas, começamos a conversar. O papo foi parar em religião, acredita em Deus, não acredita, diabo existe, não existe, e estava vendo a hora em que alguém ia sair no braço. Mas resolvemos tudo na santa paz. O rapaz, de nome Tiago (não vou falar mais nada porque ele está disposto a me processar e ganhar todo o dinheiro que NÃO tenho), começou a filosofar muito, mas muito mesmo, e a única conclusão sábia à qual consegui chegar é que ele leu O Mundo de Sofia. A segunda conclusão sábia é que ele leu bêbado. Só pode. A conversa se tornou "deveras" (de onde eu tirei isso?) engraçada e, se não aproveitamos nada de tanta sabedoria jogada ao vento, pelo menos muita endorfina foi liberada em nosso sangue, o que é bom, mas não sei exatamente porque.
Depois de uns muitos minutos de conversa, um amigo muito *bonito* (lembre-se que quero dizer outra coisa quando a palavra aparece entre asteriscos) de minha prima Ylana apareceu e ela tinha, mas tinha mesmo que dar atenção pro rapaz. Aliás, acho que ela tem que dar ainda MAIS atenção a ele porque, DE-FI-NI-TI-VA-MEN-TE, ele merece. Pode-se gastar algumas vááááárias horas dando atenção ali.
Mudando de assunto.
Da Paulista viemos em casa buscar a Nay pra irmos ao shopping. JJ adentrou o mundo do cocô (o quintal de casa) e acho que ele deve estar com muita vontade de voltar pra casa. Mas eu não tenho culpa da Mel ter mudado o banheiro, que antes era no meio do mato, pra rampa da garagem. E JJ deve estar odiando isso aqui ainda mais porque Ylana parou de traduzir tudo e ele não tinha com quem se comunicar. Mas quem mandou não fazer um curso de português para gringos?
Fomos pro shopping, tomamos um capuccino pois estávamos todos sonolentos e fomos andar. O Will precisava comprar algumas roupas de homem sério e, enquanto isso, Dayane e Neimar se dirigiam ao shopping pra nos encontrar. Na verdade pra encontrar a Ylana, porque JAMAIS eles iriam se deslocar de qualquer lugar pra ME ver.
Enfim todos se encontraram, se abraçaram e beijaram, JJ conseguiu alguém (Neimar) pra conversar e assim todos ficaram felizes.
Horas de conversa, comidas, bebidas e a Day comendo alucinadamente só porque tá comendo por dois e, depois de comer muito ainda sentiu vontade de comer sanduíche de metro, mas lá não tinha. Sendo assim, meu sobrinho vai nascer com cara de sanduíche de metro. Mas se tiver os olhos azuis do pai, tá valendo. Imagine um sanduíche de metro com olhos azuis...
Não. Eu não estou bêbada nem drogada. Mas estou com sono, então é quase a mesma coisa.
Depois de muito conversar e ficar tão tarde que até a praça de alimentação do shopping estava fechando, resolvemos partir. Mais beijos e abraços e lá fomos nós.
Chegamos em casa, o povo ficou lá na sala, coloquei roupas coloridas pra lavar, roupas brancas de molho e vim pro computador na falha intenção de fazer a pauta da reunião de amanhã (hoje). Mas é lógico que não consegui.
Então... amanhã, que na verdade é hoje, terei que acordar cedo pra fazer isso e minhas olheiras continuarão aumentando até tomarem conta do meu corpo e todo mundo acreditar que fui pra praia e peguei uma cor.
Sendo assim, acho melhor tomar um banho e dormir.
That´s all folks!
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Just another funny day
Postado por Kell às 06:27
De onde isso saiu: Aconteceu, Beba com moderação, Notícias Populares
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