E já dizia o velho Chacrinha...
Mas não pense você que vou filosofar sobre isso, pois não vou. Só estou pensando muito nessa frase hoje, e seria muito bom se todas as pessoas pensassem nisso pra não terem que se arrepender de um monte de *porcarias* que fazem/dizem durante sua breve estadia na Terra pela maldita falta de comunicação.
E quando eu colocar uma palavra apenas entre asteriscos (ex: *palavra*), faça a gentileza de substituí-la em sua cabecinha por uma outra palavra mais chula, aquela que eu gostaria de escrever mas que não o farei em consideração à senhora minha mãe.
Aproveitando: mãe, um beijo pra você! Tô com muita saudade de você, do seu bolo formigueiro, do seu bolo de pão de queijo, da sua salada de frutas e de todas as outras coisas gostosas e calóricas que só você sabe fazer.
Já que eu não vou falar da frase do Sr. Abelardo Barbosa, vou falar da minha mãe.
Minha mãe é assim, o máximo. Pense na melhor mãe do mundo (provavelmente a sua, eu espero!) mas multiplica tudo de bom dela por infinito e tudo de ruim multiplique por zero. Tá aí a minha mãe! Fala se você não ficou com uma *tremenda* inveja por não ter a mãe que eu tenho!?!
Não vou ficar aqui listando as infinitas maravilhosas qualidades da dona Édina porque não estou pensando em vendê-la muito menos trocá-la por um carro/terreno/casa na praia. É minha (nossa: Nay, Will e eu!) e eu/nós não abro/abrimos mão, entendido?
Aos leitores deste blog (que por enquanto são iguais a zero pois eu ainda nem falei pra ninguém que tenho um...), aquele abraço!
Ah! em breve postarei um Dicionário de Goianês (em capítulos) pra esclarecer um pouco mais vossas mentes sobre a linguagem tão peculiar de minha terra caso algum dia vocês necessitem. Aguardem!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Quem não se comunica se trumbica
Postado por Kell às 22:14
De onde isso saiu: E o Oscar vai para...
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